Jovem de 15 anos morre afogado durante brincadeira com amigos
Situação aconteceu na última quarta-feira (18); corpo foi localizado 1h40 minutos após o início das buscas

Foi identificado como Miguel Miranda dos Santos, de 15 anos, o jovem que perdeu a vida após se afogar em um açude em Cascavel, no bairro 'Cascavel Velho', no fim da tarde dessa quarta-feira (18). Miguel era aluno do Colégio Estadual Padre Pedro Canísio.
O afogamento ocorreu em uma propriedade nas proximidades do cruzamento das ruas Emílio de Menezes e Mem de Sá - as informações são do Portal Nosso Dia. Segundo relatos, um grupo de jovens acessou uma área de mata para nadar no açude. Durante a brincadeira, Miguel acabou submergindo e não retornou à superfície.
O Corpo de Bombeiros mobilizou uma força-tarefa que incluiu mergulhadores, socorristas e o apoio de alunos de um curso de buscas em meio líquido que ocorria na cidade. Após cerca de uma hora e quarenta minutos de buscas intensas, o corpo foi localizado por volta das 19h03.
ALERTA DAS AUTORIDADES
O médico Clederson Bittencourt, que acompanhou a ocorrência, reforçou o perigo de nadar em locais não monitorados. "Não é recomendado entrar em locais como açudes, principalmente quando não se tem experiência em natação e o acesso é difícil, o que retarda o tempo de resposta do socorro".
VEJA ABAIXO UM RESUMO DA NOTÍCIA
- Identificação e Ocorrência: o adolescente Miguel Miranda dos Santos, de 15 anos e aluno do Colégio Estadual Padre Pedro Canísio, faleceu após se afogar em um açude no bairro Cascavel Velho. Ele estava com um grupo de jovens que atravessou uma área de mata para nadar no local, quando acabou submergindo;
- Operação de Resgate: o Corpo de Bombeiros mobilizou uma força-tarefa com mergulhadores e socorristas, contando inclusive com o apoio de alunos de um curso de buscas em meio líquido. Após uma hora e quarenta minutos de buscas intensas, o corpo do jovem foi localizado no início da noite;
- Alerta de Segurança: autoridades médicas reforçaram o perigo de frequentar açudes e cavas, especialmente pela falta de monitoramento e pela dificuldade de acesso. O médico Clederson Bittencourt alertou que a combinação de falta de experiência em natação com locais remotos atrasa o tempo de resposta do socorro e potencializa tragédias.




















