Prefeito de Castro visita nova Associação de Catadores

Na quinta-feira (01), o prefeito Reinaldo Cardoso realizou uma visita à nova sede da Associação de Catadores de Castro (ACC). O encontro do prefeito com os profissionais da ACC foi acompanhado pelo vice-prefeito Marcos Bertolini, pela diretora de Meio Ambiente, Maria Inez Pedrosa e por alguns secretários e servidores municipais. “Este local é mais apropriado para os profissionais do que o espaço anterior. Aos poucos vamos investir para melhorar as condições de trabalho da Associação”, destaca Dr. Reinaldo.
A ACC está funcionando na Avenida Prefeito Dr. Ronie Cardoso. Na reforma do imóvel foram investidos R$ 90 mil, em recursos da Prefeitura e do Fundo Municipal de Meio Ambiente. Além do barracão onde ocorre a separação dos resíduos, em um imóvel ao lado do barracão os catadores têm escritório, vestiário com chuveiro e cozinha. “Ficou muito melhor, porque no outro barracão em que a gente estava não tinha um espaço adequado para poder fazer as refeições, trocar de roupa”, explica Sarita Leite Gefumi, que trabalha na associação desde seu início, em 2006.
A diretora municipal de Meio Ambiente explica que a ACC é uma associação independente, que conta com o apoio da Prefeitura e do Conselho Municipal de Meio Ambiente. Seus associados têm como principal fonte de renda os materiais recicláveis que são separados e prensados para a comercialização.A coleta seletiva de materiais recicláveis acontece na cidade inteira, em dias pré-definidos pela empresa responsável. Mas, para que os materiais possam ser aproveitados é necessário que a separação e destinação sejam feitas de maneira apropriadas. Podem ser enviados à ACC papel, plástico e metais. Os papéis e papelão devem estar secos, limpos (sem gordura e restos de comida), de preferência não amassados. As caixas de papelão devem estar desmontadas por uma questão de otimização do espaço de armazenamento.
É possível encaminhar ainda diversos tipos de plásticos, canos, tubos, sacos plásticos e embalagens em geral, limpos e sem resíduos para evitar animais transmissores de doenças próximos ao local de armazenamento e contaminação. No caso dos metais – latas de alumínio, arames, pregos, parafusos, objetos de cobre, bronze, ferro, chumbo ou zinco, canos, tubos e embalagens de alimentos diversos – devem estar limpos e, se possível, reduzidos a um menor volume (amassados).
Maria Inez ressalta que materiais como lâmpadas, itens de higiene pessoal, vidros e isopores, assim como animais mortos, não devem ser encaminhados à ACC. Vidros e isopores têm comércio difícil no Estado, portando devem ser destinados à coleta convencional de rejeitos. Papel higiênico, absorventes, fraldas e guardanapos não são recicláveis e por isso devem ser disponibilizados na coleta convencional. Já as lâmpadas fluorescentes, pilhas e baterias devem ser encaminhadas às revendedoras. “Infelizmente, muitos materiais que poderiam ser reciclados são descartados porque não são destinados da maneira correta ou são misturados com outros rejeitos e acabam inutilizados”, frisa Maria Inez.





















