Potencial de consumo dos Campos Gerais alcança R$ 35,5 bilhões | aRede
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Potencial de consumo dos Campos Gerais alcança R$ 35,5 bilhões

Números foram divulgados nesta terça-feira (14), no 'iPC Maps 2026'

Município de Castro, nos Campos Gerais
Município de Castro, nos Campos Gerais -

Rodolpho Bowens e João Iansen

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O potencial de consumo da região dos Campos Gerais alcançou a marca de R$ 35,5 bilhões. Os números foram divulgados no início da tarde desta terça-feira (14), pela iPC Maps 2026, do IPC Marketing Editora Ltda.

Os números refletem o 'Índice de Potencial de Consumo' de todos os municípios que integram a Associação dos Municípios dos Campos Gerais (AMCG): Arapoti, Carambeí, Castro, Curiúva, Imbaú, Ipiranga, Ivaí, Jaguariaíva, Ortigueira, Palmeira, Piraí do Sul, Porto Amazonas, Ponta Grossa, Reserva, São João do Triunfo, Sengés, Telêmaco Borba, Tibagi e Ventania.

Especificamente em Ponta Grossa, o potencial de consumo cresceu R$ 1,21 bilhão no período de um ano. O valor divulgado alcançou R$ 18,5 bilhões, um crescimento de 6,99%.

De acordo com o levantamento, esses R$ 35,5 bilhões equivalem a um ‘share’ de 0,41% na participação do consumo nacional.

O consumo urbano corresponde a um potencial massivo em comparação à movimentação no campo, o equivalente a 89,8% de toda a movimentação: o consumo urbano deve corresponder a R$ 31,9 bilhões, enquanto que o consumo rural deverá corresponder a R$ 3,6 bilhões.

Por categoria, o maior potencial de consumo é da classe econômica ‘C1’, que deve ser responsável por 22,7% do total desse consumo – ou R$ 7,2 bilhões. Na sequência, o segundo maior potencial é da classe ‘B2’, responsável por 22,4% - ou R$ 7,1 bilhões.

O maior percentual de residências na região é de famílias da classe C2, com 79,4 mil domicílios urbanos, ou o equivalente a 31,% do total, enquanto que da classe C1 aparece na sequência, com 60,9 mil – ou 23,8%. O menor número de domicílios é da classe A (7,1 mil, ou 2,8% do total), mas que é responsável por 16,3% do consumo local (R$ 5,2 bilhões).

Entre as categorias de consumo, a que mais demanda de recursos é a habitação. Somente ela é responsável por R$ 7,5 bilhões, ou o equivalente a 21,12% do total a ser movimentado no ano. Na sequência, os maiores gastos são com o veículo próprio, alcançando a marca de R$ 4,6 bilhões, ou o equivalente a 12,95% do montante a ser movimentado.

O estudo também aponta que o total de empresas existentes na região também aumentou, em mais de 16,7 mil no comparativo entre 2024 e 2026. Quando o estudo foi lançado, em 2024,  os municípios tinham 98,2 mil empresas, ao passo que atualmente, esse número é de 114,9 mil, ou seja, 17% a mais.

Desse montante, o maior percentual é do setor de serviços, com 66,1 mil (em 2024 eram 53,8 mil), seguida pelo comércio, com 24,4 mil (sendo 10,5 mil do comércio varejista), e pela indústria, com 21,6 mil unidades na cidade. O agribusiness corresponde a 2,3 mil empresas no município.

PRESIDENTE DA AMCG RESSALTA RESULTADOS

Para o presidente da Associação e prefeito de Sengés, Gerson Nunes, os números refletem o desenvolvimento nos municípios em todos os setores. “Os números confirmam aquilo que nós, gestores, já percebemos no dia a dia: os Campos Gerais vivem um momento de crescimento consistente, com municípios cada vez mais dinâmicos e preparados para atrair investimentos. Esse potencial de consumo expressivo reflete o fortalecimento da nossa economia regional e mostra que temos um território cheio de oportunidades", afirma.

Por fim, Gerson ressalta o trabalho para ampliar o desenvolvimento regional. "A AMCG segue trabalhando de forma integrada para ampliar ainda mais esse desenvolvimento e valorizar as potencialidades de cada cidade.”

RESUMO

Crescimento e Participação: A região alcançou R$ 35,5 bilhões em potencial de consumo para 2026, representando 0,41% do mercado nacional, com Ponta Grossa respondendo por R$ 18,5 bilhões desse total.

Perfil Socioeconômico: O consumo é predominantemente urbano (89,8%) e liderado pelas classes C1 e B2, sendo que as categorias de Habitação e Veículo Próprio são as que mais concentram os gastos dos moradores.

Expansão Empresarial: O número de empresas nos 19 municípios da AMCG cresceu 17% desde 2024, totalizando 114,9 mil unidades, com destaque para o setor de serviços, que detém a maior fatia do mercado.

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