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Comissão do Impeachment ouve testemunhas de acusação

A Comissão de Impeachment do Senado Federal começa nesta quarta-feira (8) a ouvir as testemunhas de acusação. Serão ouvidos o procurador do Tribunal de Contas da União (TCU), Júlio Marcelo de Oliveira e o auditor do Tribunal de Contas da União Antônio Car

Comissão do Impeachment no Senado ouve as testemunhas de acusação do impeachment hoje
Comissão do Impeachment no Senado ouve as testemunhas de acusação do impeachment hoje -

A Comissão de Impeachment do Senado ouve hoje as testemunhas de acusação. Até o dia 17 de junho estão previstos depoimentos de testemunhas e a juntada de documentos.

A Comissão de Impeachment do Senado Federal começa nesta quarta-feira (8) a ouvir as testemunhas de acusação. Serão ouvidos o procurador do Tribunal de Contas da União (TCU), Júlio Marcelo de Oliveira e o auditor do Tribunal de Contas da União Antônio Carlos Costa d’Ávila Carvalho. Além disso, há quatro testemunhas propostas pelos senadores: Rogério Jesus Alves Oliveira, Adriano Pereira de Paula, Otávio de Medeiros e Jânio Macedo. Os três primeiros são do quadro de operação de crédito da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e Jânio Macedo é ex-diretor do Banco do Brasil.

Os depoimentos foram agendados depois que os senadores aprovaram, na última segunda-feira (6) o cronograma de trabalho proposto pelo relator, Antonio Anastasia (PSDB-MG).

Com isso, até 17 de junho estão previstos depoimentos de testemunhas e a juntada de documentos. No dia 20 de junho, aconteceria o interrogatório de Dilma Rousseff, a presidenta afastada não é obrigada a aparecer. De 21 de junho a cinco de julho seria o período para a apresentação das alegações escritas dos denunciantes e de 6 a 21 de julho, as da presidente denunciada. O relatório seria lido na comissão em 25 de julho e votado em 27 do mês que vem. O parecer desta fase do processo (de pronúncia) seria votado no Plenário do Senado nos dias 1º e 2 de agosto.

Esse calendário ainda pode sofrer alterações a depender de quantas testemunhas de defesa serão ouvidas.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski,  já decidiu sobre os pontos de impasse e evitou mudanças de última hora. Lewandowski negou ontem (7) o pedido apresentado pela defesa de Dilma para que o conteúdo da delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado fizesse parte do processo de impeachment. 

O senador Aloysio Nunes, líder do PSDB, acabou renunciando à vaga dele na comissão do impeachment. Quem assume, no lugar dele, é o senador Ricardo Ferraço, que é do mesmo partido, do PSDB.

As informações são da Agência Brasil.

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