Abolição e cultura africana ganham vida em aula de história em Imbaú | aRede
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Abolição e cultura africana ganham vida em aula de história em Imbaú

Da assinatura da Lei Áurea à confecção de tabuleiros do jogo queniano Shisima, o quinto ano A da Escola Júlia Wanderley transformou tópicos históricos estudados em resgate cultural e reflexão sobre diversidade

Produções contribuíram com a fixação dos conteúdos em sala de aula
Produções contribuíram com a fixação dos conteúdos em sala de aula -

Dhiego Tchmolo

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O quinto ano A da Escola Municipal Júlia Wanderley, em Imbaú, da professora Maria Lucia Castorino, estudou a abolição da escravidão e a cultura africana em uma aula que uniu história, geografia e jogo tradicional. A docente destaca que a proposta abordou um dos momentos mais importantes da história do Brasil, mostrando como os povos africanos, mesmo diante de tantas dificuldades, mantiveram suas tradições, músicas, danças, comidas e costumes, contribuindo para a formação da cultura brasileira.

"No dia 13 de maio de 1888, acontece a assinatura da Lei Áurea pela Princesa Isabel, colocando fim oficial à escravidão no Brasil. Mesmo após a abolição, os negros continuam enfrentando dificuldade e preconceitos, mas seguem preservando sua cultura e sua história", relata a educadora.

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  • Confira a série de registros dos alunos em sala de aula.
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Na mesma aula, os alunos conheceram o Shisima, jogo tradicional do povo do Quênia, na África, que desenvolve raciocínio, atenção e estratégia, elenca Maria Lucia. Cada estudante confeccionou seu próprio tabuleiro com cartolina e tampinhas de garrafa pet.

"Os estudantes participam do jogo em duplas, observam as regras e refletem sobre o respeito às diferenças, à igualdade e à valorização da diversidade cultural. Assim, tornou-se a aula de história em um momento de aprendizagem, interação e resgate cultural", conclui a professora.

Acesse o blog escolar da Escola Júlia Wanderley clicando aqui.

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