Jornal cultural estimula protagonismo estudantil em Campo Largo
Aspectos da cultura brasileira foram alvos de trabalho jornalístico do quarto ano B da Escola 15 de Outubro com confecção de materiais e roteiros feitos pelos alunos, além de QR Codes para acesso ao conteúdo
O quarto ano B da Escola Municipal 15 de Outubro, em Campo Largo, da professora Graziela Maria Roscochi Silva, desenvolveu uma atividade em que puderam mergulhar nas riquezas da cultura popular brasileira. A docente traz os destaques da proposta que teve diversos aspectos jornalísticos em sala de aula.
“Ao longo das últimas semanas, a sala de aula se transformou em um verdadeiro centro de pesquisa, onde exploramos a diversidade das nossas comidas típicas, o colorido das festas regionais, o mistério das lendas, a energia das danças e a delicadeza do nosso artesanato. Para consolidar esse aprendizado de forma criativa e tecnológica, a turma foi dividida em equipes de quatro integrantes”, aponta a educadora.
Segundo Graziela, o desafio proposto foi a criação de um telejornal cultura, onde cada grupo deveria escolher um dos temas estudados para transmitir uma ‘notícia relâmpago’. Assim, transformaram a sala de aula em um grande estúdio de produção e, com um cronômetro de 30 minutos, os alunos demonstraram poder de colaboração e improviso: enquanto alguns confeccionavam adereços, como microfones de material reciclável, outros roteirizavam e ensaiavam suas falas.
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“O fechamento da atividade deu voz ao protagonismo estudantil. Cada equipe escolheu seu próprio ‘cinegrafista’ e realizou a gravação da reportagem. Para conectar essa produção com a comunidade escolar e as famílias, a professora converteu as filmagens em QR Codes. Esses códigos foram estrategicamente espalhados na entrada da escola, permitindo que, com apenas um celular, pais e responsáveis pudessem assistir aos seus filhos dando um show de conhecimento e cultura brasileira”, complementa a professora.
Para fechar, a docente pontua que o objetivo central da atividade foi promover o protagonismo estudantil e a valorização da identidade cultural brasileira, integrando conhecimentos sobre nossas tradições ao desenvolvimento de competências socioemocionais e tecnológicas.
“Ao transformar a pesquisa em um telejornal, buscamos estimular a capacidade de síntese, a oratória e o trabalho colaborativo em curto prazo, utilizando ferramentas digitais para aproximar a família do processo educativo e dar visibilidade às produções autorais dos alunos através da tecnologia do QR Code”, conclui a educadora.
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