Vamos Ler contribui com estudo do autismo em Reserva | aRede
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Vamos Ler contribui com estudo do autismo em Reserva

TEA, TOD e TDAH, temas de videoaula do projeto, contribuíram para imersão, reflexão e produção do quinto ano B da Escola Municipal Evangelina Bittencourt dos Santos

Recurso audiovisual foi ponto de partida para trabalho na turma
Recurso audiovisual foi ponto de partida para trabalho na turma -

Dhiego Tchmolo

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O quinto ano B da Escola Municipal Evangelina Bittencourt dos Santos, em Reserva, da professora Eliane Santos, desenvolveu um trabalho sobre o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, comemorado em 2 de abril. A docente explica que as atividades foram especiais, contando com a videoaula do Vamos Ler – Geração Digital que trazia as definições sobre Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno Opositor Desafiador (TOD) e Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH).

“A data, que tem como objetivo aumentar a conscientização sobre o transtorno do espectro autista e promover a inclusão, foi marcada por uma série de ações voltadas para sensibilizar os alunos e promover a empatia. Inicialmente, foi apresentado o material da videoaula do projeto Vamos Ler – Geração Digital que apontou importantes conceitos sobre a temática”, destaca a educadora.

GALERIA DE FOTOS

  • Teoria e prática foram unidas em benefício do aprendizado sobre a condição.
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  • Teoria e prática foram unidas em benefício do aprendizado sobre a condição.
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  • Teoria e prática foram unidas em benefício do aprendizado sobre a condição.
    Teoria e prática foram unidas em benefício do aprendizado sobre a condição.
  • Teoria e prática foram unidas em benefício do aprendizado sobre a condição.
    Teoria e prática foram unidas em benefício do aprendizado sobre a condição.
  • Teoria e prática foram unidas em benefício do aprendizado sobre a condição.
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  • Teoria e prática foram unidas em benefício do aprendizado sobre a condição.
    Teoria e prática foram unidas em benefício do aprendizado sobre a condição.
  • Teoria e prática foram unidas em benefício do aprendizado sobre a condição.
    Teoria e prática foram unidas em benefício do aprendizado sobre a condição.
  

Na sequência, relata Eliane, os alunos participaram de uma atividade interativa e afetiva, deixando suas digitais como folhas de árvore, utilizando as cores que representam o autismo – vermelha, azul, verde e amarela –, simbolizando que cada um tem um lugar especial na inclusão.

“Em seguida, assistiram ao filme Farol das Orcas, baseado em uma história real que aborda o autismo com sensibilidade, mostrando que não é uma doença, mas uma característica neurológica. Após o filme, realizamos uma roda de conversa sobre a temática a fim de promover inclusão, respeito e empatia entre os alunos”, conclui a professora.

Acesse o blog escolar da Escola Evangelina Bittencourt dos Santos clicando aqui.

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