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'Vírus' é tema de estudos e maquetes no Sagrada Família

Sétimos anos das três unidades do Colégio de Ponta Grossa puderam entender características e reproduzir conceitos dentro da disciplina de Ciências

Educandos utilizaram recicláveis para construir parte de suas maquetes
Educandos utilizaram recicláveis para construir parte de suas maquetes -

Dhiego Tchmolo

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Os sétimos anos das três unidades do Colégio Sagrada Família, em Ponta Grossa, puderam ter uma experiência única: o estudo dos vírus com utilização de materiais recicláveis. A professora Lilian Schuber, que coordena a área de Ciências da instituição de ensino, destaca os principais tópicos.

“As atividades lúdicas favorecem o envolvimento mais íntimo do aluno com o assunto proposto. São propostas dinâmicas e convidativas, e despertam uma participação voluntária dos alunos que desenvolvem com excelência atividade proposta. Embalados pela curiosidade, os alunos dos sétimos anos, orientados por seus respectivos professores, produziram maquetes representativas dos vírus, utilizando material ‘sucata’ e muita criatividade”, aponta a docente.

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A educadora cita que os vírus são organismos microscópicos de alta complexidade e difícil compreensão, além de representarem alto risco de prejudicar a saúde dos seres humanos. Assim, depois das pesquisas realizadas acerca da forma e estrutura de alguns destes seres, houve representações criativas destes.

“Foi muito gratificante acompanhar o planejamento e a execução dos modelos dos vírus e perceber que as informações básicas sobre esses organismos tão prejudiciais a nossa saúde foram melhor compreendidos e serão utilizadas no dia a dia deles. As equipes, através de seus representantes, deixaram seu comentário sobre a atividade”, complementa Lilian.

Comentários

Equipe ‘vírus do tabaco’: “é importante fazer maquetes pois incentivam a aprendizagem com a diversão e o trabalho em equipe, além de estimular a criatividade com os matérias disponíveis”, Davi Padilha.

Equipe ‘Corona vírus’: “as maquetes produzidas ajudam a visualização do conteúdo na vida real e permite a possibilidade de ver o produto em diferentes ângulos. Podemos ver mais facilmente as estruturas presentes e facilita a memorização. Percebendo também a diferença entre os vírus”, Maria Augusta Sand.

Equipe ‘Bacteriófago’: “é importante fazer uma maquete por vários motivos, dentre eles estão; compreender a estrutura do vírus, facilitar a memorização, simplificar com exemplos e se aprofundar no assunto”, João Vitor Schimanski.

Equipe ‘Gripe’: “a importância de fazer a maquete sobre o vírus obter conhecimento sobre a matéria, conhecer suas estruturas. Ajuda a melhorar o conhecimento e o aprendizado, ter uma visão mais ampla da matéria estudada”, Valentina Ribeiro.

Acesse o blog escolar do Colégio Sagrada Família clicando aqui.

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