Cuidado redobrado: frio aumenta risco de gripe nas escolas

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Com a queda das temperaturas nesta época do ano, os casos de gripe no Brasil começam a aumentar, assim como toda uma série de complicações dela decorrentes como as otites, sinusites e pneumonias. Por isso é essencial que todos se vacinem. No entanto, as crianças merecem atenção redobrada, principalmente com os surtos dentro das escolas se tornando cada vez mais frequentes.
- A gripe é mais do que um simples resfriado. Causada por uma infecção viral aguda do sistema respiratório, seus sintomas tendem a ser muito mais graves e podem durar por mais tempo. As crianças até 5 anos fazem parte do grupo de risco suscetível a complicações como a pneumonia, que pode levar a hospitalização e até morte.
- De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), a febre alta e demais complicações causadas pela gripe podem afastar a criança da escola por até cinco dias. Além disso, a tosse e demais complicações causadas pela gripe podem fazer com que a criança perca até duas semanas de aulas.
- Em 2015, o Brasil deu mais um passo importante no avanço ao combate da gripe. A Fluarix Tetra, a primeira a vacina tetravalente aprovada pela Anvisa no país já está disponível desde abril e vem sendo comercializada no mercado privado brasileiro.
- Atualmente, o Brasil oferece, através do Governo, a vacina trivalente, ou seja, proteção contra 3 cepas do vírus (2 do A e 1 do B). A vacina beneficia pessoas expostas a contatos frequentes com outras pessoas (trabalhadores em geral, estudantes, profissionais da saúde, militares, pessoas institucionalizadas), crianças e adultos com problemas respiratórios repetitivos, idosos e pessoas debilitadas (pessoas com mais de 60 anos, doentes crônicos, imunodeprimidos).
Informações da assessoria.





















