'Inaceitável', diz Luciano Hang sobre criminosos de PG criarem conta 'fake' da Havan
Operação investiga organização criminosa que abriu conta fraudulenta e movimentou mais de R$ 500 mil em um único dia

A Havan se manifestou, nesta quinta-feira (26), após a operação da Polícia Civil de Santa Catarina (PC/SC) que cumpriu mandados de busca e apreensão em cidades de São Paulo, Paraná (Ponta Grossa) e Minas Gerais contra um grupo investigado por aplicar golpes utilizando o nome da varejista.
O empresário Luciano Hang afirma que a ação mostra a dimensão do problema enfrentado pela empresa e por consumidores em todo o país. “Em apenas 24 horas, esses criminosos já haviam movimentado mais de meio milhão de reais. Isso é inaceitável. Todos os dias surgem novos golpes para enganar nossos clientes, usando a credibilidade da Havan e também a minha imagem”, diz.
Segundo Hang, a empresa tem atuado de forma constante para denunciar conteúdos falsos e cobrar medidas das plataformas digitais. Ele lembra que a Havan já obteve decisão judicial para retirada de anúncios fraudulentos, mas as irregularidades continuam sendo registradas.
“Já vencemos uma ação contra a Meta, dona do Facebook e do Instagram, por impulsionar conteúdos falsos. Mesmo assim, a ordem judicial segue sendo desrespeitada, com centenas de descumprimentos. Continuamos cobrando providências para barrar esses anúncios. Não dá mais para tolerar esse tipo de situação. As plataformas também precisam assumir a responsabilidade”, afirma.
O empresário também faz um alerta para que consumidores verifiquem sempre os canais oficiais antes de qualquer ação. “A Havan não realiza investimentos, não pede depósitos, não solicita transferências, nem faz o cartão Havan de forma virtual, apenas presencial nas nossas lojas físicas. Quando alguém vê esse tipo de anúncio ou recebe esse tipo de proposta, precisa desconfiar. A orientação é não fazer pagamentos e buscar os canais oficiais da empresa”, diz.
Hang destaca que todas as comunicações oficiais estão apenas nas redes sociais verificadas da empresa e do empresário.
Por fim, o empresário parabeniza a atuação das autoridades e afirma que a empresa continuará colaborando com as investigações. “Parabéns à Polícia Civil de Santa Catarina pelo trabalho. Vamos continuar denunciando, colaborando com as autoridades e alertando a população para evitar que mais pessoas sejam enganadas”, diz.
Leia abaixo um resumo da notícia
- Operação Policial e Prejuízo: a Polícia Civil de Santa Catarina cumpriu mandados em cidades de São Paulo, Minas Gerais e no Paraná (Ponta Grossa) contra grupos que usam a marca Havan para fraudes. Luciano Hang revelou que os criminosos conseguiram movimentar mais de R$ 500 mil em apenas 24 horas, evidenciando a escala do problema;
- Conflito com Plataformas Digitais: o empresário criticou duramente a Meta (dona do Facebook e Instagram). Segundo ele, mesmo com vitórias judiciais determinando a remoção de anúncios falsos, as ordens seguem sendo desrespeitadas, permitindo que conteúdos fraudulentos continuem sendo impulsionados e enganando consumidores;
- Alerta de Segurança ao Consumidor: Hang reforçou orientações vitais para evitar cair em ciladas: a Havan não solicita depósitos, não oferece investimentos e não faz cartões de forma virtual (o Cartão Havan é feito apenas presencialmente nas lojas). A recomendação é desconfiar de qualquer oferta e utilizar apenas os canais oficiais e perfis verificados nas redes sociais.
Com informações: Assessoria de Imprensa.




















