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Família expande buscas e pede ajuda para achar assistente social de PG

O carro alugado por ele foi encontrado às margens da BR-277, em Guarapuava, onde a procura por vestígios está concentrada

O carro alugado por ele foi encontrado às margens da BR-277, em Guarapuava, onde a procura por vestígios está concentrada
O carro alugado por ele foi encontrado às margens da BR-277, em Guarapuava, onde a procura por vestígios está concentrada -

Familiares do educador social Douglas Schoenberger Filho, de 36 anos, realizam buscas pelo ponta-grossense que está desaparecido desde a última sexta-feira (13). O carro alugado por ele foi encontrado às margens da BR-277, em Guarapuava, onde a procura por vestígios está concentrada.

Parentes de Douglas se deslocaram até Guarapuava já no domingo (15) e iniciaram buscas por conta própria em meio à mata. Em conversa por celular, Emanuelle Salin, tia de Douglas, contou ao Jornalismo do Grupo aRede que reuniu familiares para auxiliar na procura por vestígios. 

“Eu, minha irmã, meu cunhado e o pai do Douglas, que veio do Rio Grande do Norte, fomos para o meio da mata. Eu cheguei a cair em um barranco. Mesmo sem as roupas adequadas, fizemos isso por amor ao meu sobrinho, para tentar achar algum vestígio”, conta Emanuelle. 

No fim da tarde de terça-feira (17), o Corpo de Bombeiros de Guarapuava acompanhou as buscas feitas por familiares. O trabalho teve continuidade na manhã de quarta (18) e ocorreu em uma área de mata e também no Rio das Pedras, que ficam próximo ao local - ao todo, foram percorridos 4,7 km

No entanto, os militares não conseguiram encontrar nenhum vestígio de Douglas. As buscas foram suspensas até que surjam novas informações por parte da Polícia Civil, responsável pela investigação.

CASO - “Uma pessoa muito querida e que tem uma boa relação com todo mundo” - é assim que amigos e familiares definem Douglas Schoenberger Filho. De porte grande, ele era carinhosamente chamado de ‘Douglinhas’

Recém-formado em Serviço Social, o ponta-grossense trabalhava no CRAS Cândida de Jesus Costa, na Vila Costa Rica. Recentemente, Douglas também havia sido aprovado em um concurso público. Além disso, ele também trabalhava como motorista de aplicativo

Diante de um bom momento profissional e pessoal, a prima do desaparecido, Francielle Ribas, em entrevista ao Portal aRede e ao Jornal da Manhã, diz que a família estranha o sumiço do educador social e que não há motivos para ele ter desaparecido. “Ele não tinha desavença com ninguém. Sempre foi uma pessoa muito tranquila. Também não tinha contato algum com Guarapuava”. A familiar ainda conta que Douglas estava ansioso para participar do desfile de aniversário de Ponta Grossa e que havia comprado roupas novas para a ocasião.

Colegas de trabalho relataram à família que, na última sexta-feira, antes do horário do almoço, Douglas recebeu uma ligação que o deixou abalado. Em seguida, o educador social fez um novo contato por celular, pediu para sair do serviço mais cedo e, desde então, não foi mais visto.

A Guarda Civil Municipal de Ponta Grossa auxilia o trabalho de investigação por meio de análise de câmeras de monitoramento que podem indicar o trajeto percorrido pelo veículo alugado por Douglas, bem como se o educador social estava realmente na direção do carro. 

O automóvel foi localizado em um acostamento na BR-277, em Guarapuava. Dentro do carro, foram encontrados pertences de Douglas, como o celular - o material será analisado pela perícia. A Polícia Científica também recolheu impressões digitais. No interior do carro, ainda havia uma bolsa de viagem rasgada, o que causou estranheza nos familiares. 

“Não sabemos se alguém deixou o carro lá para despistar alguma situação, se ele foi até lá com alguma intenção ou se ele foi acompanhado de alguém. A polícia e outras autoridades seguem na investigação para tentar achar uma resposta sobre o desaparecimento do Douglas”, aponta Francielle. 

INFORMAÇÕES - Qualquer informação que possa ajudar a entender o desaparecimento de Douglas deve ser comunicada às autoridades responsáveis pela investigação. É possível entrar em contato, de forma anônima, pelo 190 (Polícia Militar), 193 (Corpo de Bombeiros) e 197 (Polícia Civil).

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