GMs proíbem ensaio fotográfico e causam confusão

Uma sessão de fotos no Bosque do Papa, em Curitiba, terminou em tumulto no último sábado (11). Segundo denúncia da fotógrafa Carine Weber, ela, duas assistentes e uma modelo foram impedidas de registrar imagens no local pela administração do espaço e também três guardas municipais.
A fotógrafa conta que procurou a prefeitura previamente e foi informada via Central 156 de que o espaço poderia ser utilizado, desde que não impedisse a circulação de visitantes nem restringisse determinadas áreas. Mesmo assim, o grupo teria sido hostilizado até desistir da iniciativa e deixar o bosque.
Diante do impasse, a fotógrafa teria avisado que encerraria a sessão de fotos em alguns minutos, mas nem isso resolveu o problema.
Em nota, a prefeitura de Curitiba informa que é permitido, sim, fotografar no Bosque do Papa e que todos os servidores da Guarda já foram orientados sobre isso. Assim, qualquer tipo de excesso identificado pelos visitantes deve ser comunicado à Ouvidoria Municipal ou à Secretaria de Defesa Social. A fotógrafa relata que, diante da discussão, suspendeu a sessão de fotos por medo de que fosse agredida fisicamente.
Essa não foi a primeira confusão registrada entre fotógrafos e guardas municipais no Bosque do Papa. Em fevereiro, um caso semelhante ganhou espaço na mídia e na internet. Assim como agora, o relato do profissional repercutiu muito nas redes sociais e mais pessoas apareceram dizendo ter passado pelo mesmo problema.
Na época, a prefeitura informou que um decreto de 1988 estabelece a necessidade de autorização formal apenas para eventos e filmagens que interfiram no patrimônio cultural e religioso do espaço.
O telefone da Ouvidoria da prefeitura é o 3350-3687. Já a Secretaria de Defesa Social fica na rua Capitão Souza Franco, número 13, no Batel.
Informações da BandNews





















