Padre acusado de estupro pede prisão domiciliar

Os advogados do padre Durvalino Rodrigues, preso na cadeia pública de Goioerê desde o dia 25 de maio, pediu nesta semana a revogação da prisão preventiva. Caso o pedido não seja acatado pela Justiça, a defesa do religioso tentará coloca-lo em prisão domiciliar, por falta de cela especial para portadores de diplomas de curso superior no estabelecimento penal onde ele se encontra.
Rodrigues foi detido acusado estupro de vulnerável, suspeito de ter molestado uma garota de 9 anos. De acordo com o advogado Pedro Luiz Marques, a polícia pediu a prisão preventiva para que o padre não prejudicasse a produção de provas durante o inquérito. A defesa argumenta, porém, que o religioso colabora com as investigações, o que afastaria a necessidade de sua prisão.
O advogado do padre pede, ainda, que o padre aguarde julgamento em prisão domiciliar, caso a revogação da prisão preventiva não seja acatada. Isso porque a cadeia pública de Goioerê não possui cela especial para portadores de diploma de curso superior, segundo Marques. “Já tivemos pedidos semelhantes que foram acatados e temos bons motivos para acreditar que o Padre Durvalino também poderá responder ao julgamento em liberdade”, completa.





















