Lula cobra STF e PGR por uma investigação íntegra e confiável no caso Banco Master
Presidente classificou o caso como "o maior roubo da história do Brasil" e apontou relação com gente poderosa

Em pronunciamento em vídeo divulgado na noite desta quinta-feira (3), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manifestou sobre o desdobramento do escândalo envolvendo o Banco Master. No discurso, cobrou integridade na apuração do caso, criticou o vazamento de informações e defendeu reformas estruturais no sistema Político e no Judiciário brasileiro.
Durante o pronunciamento, Lula classificou o caso como "o maior roubo da história do Brasil", ressaltando que a fraude lesou pessoas em diversos estados e municípios. Ele lembrou que a prisão do banqueiro responsável pelo esquema e o encerramento das atividades da instituição ocorreram durante a sua atual gestão.
O presidente chamou a atenção para o envolvimento de agentes públicos e políticos no caso e defendeu que o processo seja conduzido com total transparência para preservar a credibilidade das instituições públicas.
Lula argumentou que o caso evidencia a necessidade de mudanças profundas no sistema político e judiciário e defendeu que as investigações alcancem todos os envolvidos, independentemente de cargo ou posição.
"É fundamental que se investigue todo mundo, sem blindagem de ninguém, doa a quem doer. O povo brasileiro tem o direito de saber a verdade".
Confira o pronunciamento completo
Veja o resumo da notícia
Declaração e gravidade do caso: O presidente Lula classificou o escândalo do Banco Master como o maior roubo da história do país, afirmando que o esquema lesou cidadãos em vários estados e municípios, além de destacar que a prisão do responsável e o fechamento do banco ocorreram em sua gestão.
Críticas a vazamentos e cobrança por integridade: Lula criticou o vazamento de informações e a suspeita de envolvimento de políticos e agentes públicos, defendendo que STF e PGR conduzam as investigações com transparência e integridade para manter a confiança nas instituições.
Defesa de reformas e investigação irrestrita: O presidente defendeu reformas profundas nos sistemas político e judiciário e exigiu que as apurações alcancem todos os envolvidos, sem blindagem a ninguém e "doa a quem doer".





















