Ação conjunta da Polícia Civil prende autor de 'ciberstalking' e ameaça | aRede
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Ação conjunta da Polícia Civil prende autor de 'ciberstalking' e ameaça

Delegacias de Irati e Rebouças prenderam um jovem de 18 anos por perseguir e ameaçar uma professora

As investigações tiveram início após a vítima comparecer à unidade policial de Irati
As investigações tiveram início após a vítima comparecer à unidade policial de Irati -

Publicado por Iolanda Lima

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Em uma operação coordenada entre a 41ª Delegacia Regional de Polícia de Irati e a Delegacia de Polícia de Rebouças, foi preso em flagrante, na última quarta-feira (14), um jovem de 18 anos acusado de perseguir e proferir graves ameaças contra uma ex-professora, de 40 anos, residente em Irati/PR.

O caso

As investigações tiveram início após a vítima comparecer à unidade policial de Irati para relatar uma rotina de terror psicológico imposta por seu ex-aluno. Segundo apurado, o autor utilizava diversos meios eletrônicos, enviando  mensagens para os e-mails institucionais e pessoais da vítima, além de criar perfis em redes sociais para enviar mensagens de cunho obsessivo e ameaçador.

Entre os conteúdos das ameaças, constavam frases de extrema violência e ameaças de morte, além de declarações obsessivas. O comportamento do suspeito escalou quando ele passou a perseguir amigos e familiares da vítima, enviando mensagens intimidadoras inclusive ao irmão dela, afirmando que os encontraria em qualquer lugar.

Trabalho conjunto e captura

Diante da gravidade dos fatos e da continuidade das ameaças, as equipes da Polícia Civil de Irati e Rebouças agiram rapidamente. O autor foi localizado em sua residência, no município de Rebouças, onde a prisão em flagrante foi efetuada pela equipe policial.

O indivíduo foi autuado pelo cometimento dos crimes de: Perseguição (Art. 147-A do Código Penal): majorado por ser cometido por meio de rede de computadores (ciberstalking). Ameaça (Art. 147, §1°, do Código Penal): majorada pela condição de gênero da vítima.

Decisão policial

A autoridade policial optou por não arbitrar fiança, dada a reiteração das condutas e a natureza das ameaças, com a manutenção da custódia para garantir a ordem pública e a segurança da ex-professora.

O suspeito confessou a prática das condutas durante o interrogatório e foi encaminhado à Cadeia Pública, onde permanece à disposição da Justiça.

Alerta à população

A PCPR reforça a importância da colaboração da população com informações que auxiliem nas investigações. As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos telefones 197 (PCPR), 181 (Disque-Denúncia) ou diretamente à equipe de investigação local.

Com informações da PCPR

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