Palestra sobre autismo promove inclusão e respeito em escola de Imbituva
Psicóloga e fonoaudióloga explicaram características do autismo e formas de convivência inclusiva ao quinto ano B da instituição de ensino Maria Olívia Alves Pontarolo em atividade aberta a toda comunidade escolar

O quinto ano B da Escola Municipal Maria Olívia Alves Pontarolo, em Imbituva, da professora Graziele Marcon Moro, participou de uma palestra sobre o Transtorno do Espectro Autista, com o objetivo de promover a conscientização, o respeito e a inclusão entre os estudantes. A atividade contou com duas profissionais da área da saúde: a psicóloga Ana Caroline Rodrigues e a fonoaudióloga Suzelaine Stadler Kalatai, relata a docente.
"Durante a palestra, as especialistas explicaram o que é o autismo, apresentando sua definição e esclarecendo dúvidas dos estudantes. Também, abordaram as principais características do TEA, destacando que cada pessoa autista possui suas próprias particularidades, habilidades e desafios", aponta a educadora.
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Outro tema discutido pelas profissionais foi a forma correta de inclusão e convivência com colegas autistas. As especialistas ressaltaram a importância do respeito às diferenças, da empatia, da paciência e da valorização das capacidades de cada indivíduo, de modo que atitudes acolhedoras contribuem para a construção de um ambiente escolar mais inclusivo.
"Os estudantes do 5º ano B participaram ativamente da palestra, demonstrando interesse pelo tema por meio de perguntas e comentários. A participação da turma evidenciou o compromisso dos alunos com a construção de uma comunidade escolar mais consciente e respeitosa", pontua a professora.
A palestra representou um momento de aprendizado para todos, reforçando a relevância da informação para garantir a inclusão, avalia Graziele. "Momentos como este são fundamentais para que nossos alunos compreendam a importância do respeito às diferenças e aprendam a conviver de forma mais acolhedora e inclusiva. A informação é o primeiro passo para combater preconceitos e construir uma sociedade mais justa", conclui a educadora.
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