DNIT afirma que Motiva Paraná deve prestar esclarecimentos sobre rachadura em ponte | aRede
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DNIT afirma que Motiva Paraná deve prestar esclarecimentos sobre rachadura em ponte

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes destacou que o trecho integra o contrato de concessão

Imagens despertaram preocupação entre os motoristas que trafegam pela rodovia
Imagens despertaram preocupação entre os motoristas que trafegam pela rodovia -

Publicado Por Milena Batista

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O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou ao Portal aRede que a concessionária Motiva Paraná deve prestar esclarecimentos sobre a rachadura identificada na estrutura de uma ponte na BR-376, em Ponta Grossa.

O caso ganhou destaque depois que um vídeo mostrou uma rachadura na cabeceira da ponte, próxima à fábrica Madero, em um trecho de grande movimento de veículos. As imagens despertaram preocupação entre os motoristas que trafegam pela rodovia.

Diante da repercussão, a equipe de Jornalismo do Portal aRede e do Jornal da Manhã buscou esclarecimentos junto ao DNIT sobre possíveis intervenções e o cronograma de manutenção da estrutura. Em resposta, o Departamento destacou que o trecho integra o contrato de concessão. "Dessa forma, os esclarecimentos devem ser prestados pela PRVias Motiva, concessionária responsável pelo trecho", disse.

Confira a nota na íntegra:

O DNIT informa que o trecho integra o contrato de concessão. Dessa forma, os esclarecimentos devem ser prestados pela PRVias Motiva, concessionária responsável pelo trecho.

DER diz que reparo da ponte na BR-376 é responsabilidade da Motiva Paraná

O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER) informou ao Portal aRede que a rachadura identificada na estrutura de uma ponte na BR-376, em Ponta Grossa, é de responsabilidade da concessionária Motiva Paraná, que administra o trecho.

Diante da repercussão, a equipe de Jornalismo do Portal aRede e do Jornal da Manhã buscou esclarecimentos junto ao DER sobre possíveis intervenções e o cronograma de manutenção da estrutura. Em resposta, o órgão destacou que a BR-376 é uma rodovia de jurisdição federal e que o trecho faz parte do Lote 03 do Programa Rodovias Integradas do Paraná, sob responsabilidade contratual da concessionária PRVias S.A..

O DER também ressaltou que qualquer medida deve ser tratada diretamente com a concessionária, com fiscalização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Confira a nota na íntegra:

A rodovia BR-376 possui jurisdição federal, e o trecho onde se localiza a ponte integra o Lote 03 do Programa Rodovias Integradas do Paraná, conduzido pelo Governo Federal. O contrato correspondente é de responsabilidade da Concessionária de Rodovias PRVias S.A.

Posicionamento da concessionária

Em nota oficial divulgada no sábado (14), a Motiva Paraná afirmou que a condição da estrutura é estável e não oferece risco aos motoristas. Segundo a empresa, o trecho no km 503, sentido sul — entre Ponta Grossa e Curitiba — é monitorado desde o início da concessão.

A concessionária explicou que o desnível observado no local tem origem construtiva e está relacionado à junta de dilatação da ponte, reconstruída antes do início da concessão. Ainda conforme a nota, o concreto visível na estrutura faz parte desse sistema, projetado para absorver movimentações naturais causadas pelo tráfego e pelas variações de temperatura.

De acordo com a Motiva, não há dano estrutural, e o ponto já consta em relatórios encaminhados ao poder concedente como uma obra de manutenção prevista para o médio prazo, sem necessidade de intervenção imediata.

A empresa também destacou que segue um cronograma baseado em critérios de segurança, prioridade e impacto no tráfego, buscando minimizar transtornos aos usuários da rodovia.

Repercussão

O vídeo que mostrou a fissura foi enviado por um seguidor e gravado durante um congestionamento no local. As imagens circularam rapidamente nas redes sociais, chamando atenção para a abertura na junção da estrutura por onde passam diariamente carros, caminhões e ônibus.

Motoristas relatam a presença de um ressalto na cabeceira da ponte, possivelmente associado ao desgaste da junta de dilatação — elemento essencial para garantir a integridade da estrutura diante das constantes variações de carga e temperatura.

O caso segue sob acompanhamento das autoridades e da concessionária responsável.

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