Justiça aceita denúncia contra o delegado Recalcatti

A denúncia oferecida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pela Promotoria de Justiça da Comarca contra o delegado Rubens Recalcatti e mais oito pessoas foi acolhida pelo Juízo de Rio Branco do Sul, na região metropolitana de Curitiba. O grupo é acusado de envolvimento no assassinato de uma pessoa que é suspeita de matar um parente do delegado.
O processo começa a tramitar e acusa nove homens (sendo sete policiais civis e o delegado) pelos crimes de homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, crueldade e sem chance de defesa da vítima), abuso de autoridade e fraude processual. O grupo é acusado de participação no homicídio de um homem que poderia ter envolvimento com a morte de João da Brascal, ex-prefeito de Rio Branco do Sul e primo do delegado Recalcatti.
O delegado foi preso pelo Gaeco em outubro de 2015, mas foi solto uma semana depois. Laudos do Instituto Médico Legal (IML) apontam que Ricardo Geffer, acusado de matar Brascal, foi morto por oito tiros. Um dos disparos foi na parte superior do crânio, de cima para baixo, o que seria uma das indicações de execução, segundo o Ministério Público.
As informações são da Banda B.
Defesa
O advogado de defesa do delegado e do grupo, Cláudio Dalledone Júnior, garantiu que tomará medidas judiciais. Dalledone afirmou que os fatos narrados na denúncia não condizem com a realidade. Segundo o advogado, os policiais agiram em legítima defesa.





















