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Obama afirma que não haverá surto de ebola nos EUA

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Gabriel Sartini

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O presidente dos Estados Unidos Barack Obama, afirmou neste sábado (18), que está confiante sobre a capacidade do governo para prevenir um surto de ebola no país. "Sabemos como enfrentar esta doença. Sabemos os protocolos e sabemos que quando são seguidos, funcionam", afirmou em seu habitual discurso pelo radio aos sábados.

O líder pediu calma à nação após uma agitada semana. O teste de ebola deu positivo em duas enfermeiras americanas. Nina Pham e Amber Joy Vinson, fizeram parte de uma equipe do hospital de Dallas que prestou atendimento a Thomas Eric Duncan, um cidadão liberiano que contraiu a doença em seu país natal e morreu há uma semana e meia.

As mulheres estão hospitalizadas. Pham está internada no centro clínico da rede de Institutos Nacionais de Saúde (NIH), em Bethesda (Maryland), próxima ao centro de Washington e Vinson está no Hospital Universitário Emory de Atlanta. Ambas estão em estado estável.

"Não há nenhum país mais preparado para enfrentar o desafio do ebola que os EUA e, embora um só caso aqui em casa já seja demais, o país não enfrenta um surto da doença", garantiu Obama em seu discurso.

A preocupação começou no início da semana, quando foi descoberto que Vinson tinha viajado de avião de Cleveland (Ohio) a Dallas (Texas) após ter começado a sentir febre, e com a permissão um funcionário dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA. O fato fez com que o diretor do CDC, Thomas Frieden, comparecesse ao Congresso para explicar a situação. Frieden reconheceu que ter liberado Vinson foi um "erro", mas ressaltou que o "risco é mínimo" de os passageiros que compartilharam o avião com ela pudessem ter contraído a doença.

Informações Yahoo

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