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Mãe forçada a fazer cesárea se diz revoltada com hospital

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Gabriel Sartini

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Internada desde a madrugada de terça-feira (1º) e obrigada, por determinação judicial, a fazer uma cesariana, Adelir Lemos de Goes se diz revoltada com a situação. Ela pretende processar os médicos e o hospital Nossa Senhora dos Navegantes, na cidade de Torres (RS), por não conseguir ter sua filha por parto normal. “Tive meu parto roubado”, disse, em entrevista à Folha de S. Paulo.

A cesárea foi determinada pela juíza Liniane Maria Mog da Silva, que garante ter priorizado a vida do bebê em sua decisão. Em declaração ao jornal Zero Hora, Liniane comenta que “não há dúvida de que deve haver liberdade de as pessoas decidirem pelo tipo de parto de sua preferência, mas neste caso o entendimento foi que deveria preponderar o interesse à saúde da criança”.

O laudo médico emitido pelo hospital e assinado por duas obstetras aponta que o “feto único em situação podálica e dorso à direita”, ou seja, estava em pé. O bebê também estaria com o cordão umbilical enrolado no pescoço, o que poderia causar asfixia durante o parto normal.

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