Polícia Científica do Paraná terá nova sede em Paranaguá
A ampliação da presença regional impacta diretamente o tempo de resposta às ocorrências, ao reduzir tanto o deslocamento das equipes até o local da perícia quanto a necessidade de encaminhamentos para grandes centros para a realização de exames

Durante visita técnica ao município de Paranaguá esta semana, o secretário de Estado da Segurança Pública do Paraná Coronel Hudson Teixeira anunciou uma nova sede da Polícia Científica do Paraná (PCIPR), seguindo o processo de ampliação da presença em todas as regiões do Estado com a implantação de novas estruturas. A PCIPR atua no município desde os anos 1970 e com a nova sede, há a expectativa de ampliar sua capacidade de atendimento regional.
A estrutura, vai receber investimento de R$11.019.248,46 milhões para ampliar a capacidade de produção de provas periciais e fortalecer o atendimento regional. Com aproximadamente 1.200 metros quadrados de área construída, a unidade será responsável pela produção de provas técnicas que auxiliam o sistema de justiça. A estrutura permitirá a realização de um portfólio de 122 tipos de exames periciais.
REGIONALIZAÇÃO — Com a expansão do número de unidades no interior nos últimos anos, a PCIPR passou a atuar de forma mais próxima das demandas regionais, garantindo maior agilidade no atendimento e melhor distribuição das requisições de exames periciais. A estratégia reforça a capilaridade dos serviços e amplia o acesso da população ao atendimento especializado em criminalística e medicina legal, garantindo atendimento em diversas naturezas de ocorrência.
A ampliação da presença regional impacta diretamente o tempo de resposta às ocorrências, ao reduzir tanto o deslocamento das equipes até o local da perícia quanto a necessidade de encaminhamentos para grandes centros para a realização de exames. A melhor distribuição das requisições entre as unidades também contribui para o equilíbrio da carga de trabalho e a diminuição do passivo pericial, resultando em maior racionalização logística, aumento da produtividade institucional e mais agilidade no atendimento, contribuindo para entrega de laudos periciais com maior celeridade para fortalecimento do sistema de justiça.
PADRONIZAÇÃO E QUALIDADE TÉCNICA — O desenvolvimento da perícia criminal no Brasil tem sido acompanhado por discussões técnicas voltadas à consolidação de boas práticas. Nesse sentido, a PCIPR trata o tema com prioridade estratégica, promovendo validação contínua dos procedimentos adotados.
A expansão das unidades ocorre de forma alinhada à padronização de procedimentos periciais. A instituição adota os Procedimentos Operacionais Padrão (POPs) compartilhados entre as equipes da Capital e do Interior, garantindo uniformidade metodológica e segurança técnica na execução dos exames.
A presença regional da Polícia Científica ainda facilita o trabalho conjunto com as demais forças de segurança e outros órgãos envolvidos na persecução penal. Embora a atividade pericial possua natureza técnica e independente, o acesso a outras informações contribui para a atuação mais assertiva e para a elaboração de laudos mais precisos e conclusivos.
Com informações da assessoria




















