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Fim da 6x1: Lula e Hugo costuram acordo para redução de duas horas em 2026

Duas horas restantes seriam reduzidas depois de 12 meses

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta -

Publicado por Lucas Veloso

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), costuram um acordo para a redução de duas horas da jornada de trabalho com o fim da 6x1 ainda em 2026.

As duas horas restantes para sair das atuais 44h para as 40h seriam reduzidas após 12 meses - com informações de CNN Brasil.

Interlocutores a par da conversa entre os dois presidentes que ocorreu nesta segunda-feira (25), no Palácio do Planalto, afirmaram que o encontro foi "excelente".

Pela costura, a proposta entraria em vigor após 60 dias. É um prazo consideravelmente menor do que o do início das discussões na Comissão Especial.

O relator Léo Prates (Republicanos-BA), inicialmente, queria 120 dias, mas estaria disposto a reduzir para 90. O governo ainda pressionava para um tempo menor e defendia 60 dias.

Com isso, pelo acordo desenhado, a redução das primeiras duas horas se daria logo após 60 dias da promulgação da PEC.

O relatório deve ser votado ainda nesta semana na comissão especial. A expectativa é de que a votação em plenário também possa ocorrer até quinta-feira. O calendário depende de acordo sobre eventuais pedidos de vista para ser fechado.

CONFIRA UM RESUMO DA NOTÍCIA:

- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da Câmara, Hugo Motta, articulam um acordo para reduzir a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e acabar com a escala 6x1.

- Pela proposta discutida, as primeiras duas horas seriam reduzidas cerca de 60 dias após a promulgação da PEC, enquanto as duas horas restantes seriam retiradas após 12 meses.

- O relatório da proposta deve ser votado ainda nesta semana na comissão especial da Câmara, com expectativa de análise no plenário até quinta-feira, dependendo de acordos entre os parlamentares.

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