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Corpo de adolescente que estava desaparecida há 11 dias é encontrado em mata

Melissa Felippe Martins Santos havia sido vista pela última vez no dia 28 de março, quando saiu do prédio do cursinho

Melissa Felippe Martins Santos, de 17 anos
Melissa Felippe Martins Santos, de 17 anos -

Publicado Por Milena Batista

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O corpo de Melissa Felippe Martins Santos, de 17 anos, foi localizado no fim da tarde de quarta-feira (8/4), após 12 dias de desaparecimento. A jovem havia sido vista pela última vez em 28 de março, depois de fazer uma prova no cursinho em que estudava, em Jundiaí.

Ao Metrópoles, o delegado José Ricardo Marchetti, responsável pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG), informou que o corpo foi encontrado em uma área de mata. Segundo ele, a vítima já estava em avançado estado de decomposição e foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML), onde serão realizados exames para determinar a causa da morte.

Relembre o caso

Imagens de câmeras de segurança registraram a saída de Melissa do cursinho por volta das 7h40. Cerca de uma hora depois, ela se encontrou com um amigo e permaneceu com ele até o meio-dia. Após esse horário, o rapaz afirmou não saber qual foi o destino da jovem.

De acordo com o irmão, Sólon Felippe Alvarenga, registros do cartão de transporte indicam que Melissa seguiu até o Terminal Eloy Chaves, ainda em Jundiaí. Ele relatou que a adolescente não utilizou o cartão nesse trajeto, possivelmente por falta de saldo.

Sólon também contou que buscas feitas no computador da jovem apontam que ela pesquisou locais para se hospedar na região do Eloy Chaves e em áreas próximas ao centro da cidade. O celular dela foi desligado na tarde do dia 28 de março.

Quem era Melissa

Em entrevista ao Metrópoles, o irmão descreveu Melissa como uma jovem sensível, apaixonada por leitura, escrita e música. Torcedora do Santos Futebol Clube, ela havia demonstrado interesse recente por filosofia.

Segundo a família, a rotina da adolescente era intensa, com cursinho durante o dia e escola à noite, permanecendo em atividades até por volta das 23h. Melissa sonhava em cursar medicina, com a intenção de se especializar em psiquiatria.

Sólon ainda relatou que a jovem fazia acompanhamento psicológico e psiquiátrico, utilizando medicação controlada. Ela já havia enfrentado episódios de depressão e ansiedade no passado, e a família acredita que a pressão dos estudos pode ter agravado o quadro recentemente.

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