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Caseiro muda versão e confessa assassinato de pedreiro de PG

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Rodrigo de Souza

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A Polícia Civil de Castro, município da região dos Campos Gerais, concluiu as investigações a respeito da morte do pedreiro Marcos Pedrozo, de 46 anos, morador de Ponta Grossa e que estava na região para realizar uma obra em uma propriedade rural. O principal suspeito, o ‘caseiro’ da chácara, acabou confessando o crime em depoimento aos policiais.

De acordo com o Delegado Emmanoel Aschidamini David, da 43ª Delegacia Regional de Polícia de Castro, o crime foi motivado por uma briga entre os dois. Eles bebiam na noite da última sexta-feira (29), quando começaram uma discussão. “Ele [caseiro] acabou confessando. Os dois estavam bebendo e começaram a discutir, quando Marcos xingou a mãe dele [caseiro] e ele ficou bravo, desferindo alguns golpes de facão no rapaz”, explicou.

Caseiro mentiu à Polícia no momento da abordagem

O delegado ainda disse que, no sábado (30) pela manhã, o caseiro teria ligado para o proprietário da chácara, um empresário de Ponta Grossa, e dito que dois rapazes chegaram durante a noite, de motocicleta, e assassinaram o pedreiro. Como o sinal de telefone no local é baixo, ele não conseguiu contato com ninguém até o início da manhã.

A Polícia Civil esteve na chácara onde ocorreu no crime, localizada na Estrada do Cerne, e questionou vizinhos sobre barulhos de moto – o que não foi confirmado por ninguém. No domingo (31), o caseiro foi chamado até a delegacia de Castro para prestar depoimento e começou a ficar nervoso, de acordo com Emmanoel Aschidamini. Foi quando confessou o crime e afirmou que teria inventado a história aos policiais.

O caseiro foi preso  e encaminhado até a Cadeia Pública de Castro. Marcos Pedrozo, de 46 anos, trabalhava como pedreiro e motorista. Ele era morador da Vila Borato, em Ponta Grossa.

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