Polícia multa em R$ 21 mil homens por desmatamento em São Mateus do Sul
Cortes de Araucária foram analisados por meio de imagens de satélite; área embargada é superior a dois hectares

A Polícia Militar Ambiental, junto da Polícia Civil do Paraná (PC/PR), autuou em R$ 21 mil duas pessoas pelo desmatamento em uma área do município de São Mateus do Sul, nos Campos Gerais. O local, com mais de dois hectares, foi embargado pela Justiça. O caso aconteceu na última quarta-feira (25), na região do 'Mojolos'.
Conforme as informações das autoridades, o 'Setor de Geoprocessamento' da Polícia Ambiental analisou imagens de satélite para verificar uma denúncia de desmatamento. Diante da situação, a Polícia Civil foi ao local e confirmou os crimes ambientais contra árvores da espécie 'Araucária'.

O atual proprietário da área foi autuado em R$ 7 mil por danos ambientais num espaço correspondente a 0,87 hectare. Entretanto, ele alegou que comprou o terreno já com áreas desmatadas. Em razão disto, as autoridades conversaram com o antigo dono, que assumiu a responsabilidade pelo crime.
Com o desmatamento de uma área de 1,54 hectare, ele foi autuado em R$ 14 mil pelas irregularidades. Por fim, os espaços foram embargados pela Justiça, com o objetivo de garantir a regeneração natural da floresta.
LEIA ABAIXO UM RESUMO DA NOTÍCIA
- Operação com Suporte Tecnológico: a Polícia Militar Ambiental e a Polícia Civil do Paraná autuaram dois homens em R$ 21 mil por desmatamento ilegal na região de Mojolos, em São Mateus do Sul. O crime foi inicialmente detectado pelo Setor de Geoprocessamento através de imagens de satélite, que confirmaram o corte irregular de árvores da espécie Araucária;
- Responsabilização de Proprietários: a investigação dividiu a autuação entre o atual e o antigo proprietário da área. O dono atual foi multado em R$ 7 mil (0,87 hectare), mas alegou que o terreno já estava degradado. Após diligências, o antigo proprietário admitiu a responsabilidade pelo restante do dano (1,54 hectare) e foi autuado em R$ 14 mil;
- Embargo e Regeneração: por determinação judicial, a área total de mais de dois hectares foi embargada. A medida impede qualquer exploração econômica do solo no trecho afetado, com o objetivo de garantir a interrupção dos danos e permitir a regeneração natural da floresta de araucárias.
Com informações: Assessoria de Imprensa.





















