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Investigação de 'mega-assalto' em Guarapuava mira criminosos da região

Entre os mandados de prisão expedidos por envolvimento na tentativa de assalto em Guarapuava estão ações em Tibagi e Ortigueira

Prisões e buscas são feitas nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo
Prisões e buscas são feitas nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo -

Da Redação

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Uma operação da Polícia Civil do Paraná mira uma quadrilha investigada pela tentativa de assalto a uma transportadora de valores de Guarapuava, na região central do Paraná, registrada em 17 de abril.

Na manhã desta terça-feira (20), os agentes buscam cumprir 74 ordens judiciais, entre mandados de prisão e busca e apreensão, em Curitiba, Campina Grande do Sul, Fazenda Rio Grande, São José dos Pinhais, Maringá, Mandirituba, Ortigueira, Pinhais, Tibagi e Piraquara, no Paraná.

Também há cumprimento de mandados em São Paulo, Piracicaba, Hortolândia, Embu-Guaçu, Campinas, São Bernardo do Campo, Itatiba e Itapecerica da Serra, no estado de São Paulo e em Barra Velha, em Santa Catarina.

Segundo a Polícia Civil, nas ações, os criminosos se organizavam para realizar o chamado "domínio do município", fechando os acessos das cidades e agindo com violência e armamento pesado, nos assaltos.

Ainda conforme a investigação, a quadrilha investigada responde por outros roubos, registrados em Campina Grande do Sul, Cerro Azul, Lapa e Quitandinha, no Paraná, Criciúma, Araquari e Blumenau, em Santa Catarina, Araçatuba e Ourinhos, no estado de São Paulo e em Itajubá, em Minas Gerais.

Segundo a polícia, os alvos respondem pelos crimes de organização criminosa, latrocínio, incêndio e explosão, porte ilegal de armas de fogo e explosivos, dano qualificado, receptação, sequestro e cárcere privado.

Ação em Guarapuava

A invasão a Guarapuava foi no final da noite de 17 de abril. Bandidos atacaram a sede do 16º Batalhão de Polícia Militar (BPM) com tiros e atearam fogo na em veículos na frente do quartel.

Os assaltantes fecharam os acessos da cidade e fizeram moradores reféns, utilizando-os como escudos humanos, na abordagem. Na ação, um policial foi atingido com um disparo na cabeça e morreu dias depois. De acordo com a PM, à época, os criminosos não conseguiram acessar os cofres da empresa e fugiram sem dinheiro.

As informações são do G1

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