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Setor cafeeiro brasileiro negocia tarifas e barreiras comerciais nos Estados Unidos

Em encontro na Flórida, representantes do Brasil discutem taxação de 10% sobre o café solúvel e monitoram investigações que podem gerar novas retaliações

Representantes do Cecafé e da indústria brasileira discutem acordos comerciais nos EUA
Representantes do Cecafé e da indústria brasileira discutem acordos comerciais nos EUA -

Publicado por Eduarda Gomes

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Lideranças do setor cafeeiro nacional aproveitaram a "2026 NCA Convention", realizada em Tampa, na Flórida, para intensificar o diálogo sobre as barreiras comerciais que afetam as exportações brasileiras para o mercado americano. A agenda, encabeçada peloConselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), focou na disparidade tributária e nos riscos de novas restrições.

Atualmente, enquanto o café verde, torrado e moído entra nos EUA com isenção, o café solúvel brasileiro enfrenta uma tarifa de 10%. Essa taxação prejudica a competitividade do produto nacional em relação a concorrentes como o México, que exporta com tarifa zero. As informações foram divulgadas pela CNN Brasil.

Outro ponto crítico discutido foi a investigação aberta pelo Office of the United States Trade Representative (USTR), baseada na "Section 301". Essa lei permite ao governo americano aplicar retaliações caso considere certas práticas prejudiciais ao seu comércio. O setor monitora o caso de perto para evitar que novas sobretaxas sejam impostas ao grão brasileiro no maior mercado consumidor do mundo.

SUSTENTABILIDADE E TECNOLOGIA

Além das negociações tarifárias, o Brasil promoveu a marca "Cafés do Brasil" sob o conceito ESG+T (Ambiental, Social, Governança + Tecnologia). A estratégia visa destacar a sustentabilidade e a inovação da produção cafeeira brasileira como diferenciais competitivos. A comitiva contou com o apoio da ABICS, ABIC e do Ministério da Agricultura e Pecuária.

LEIA ABAIXO UM RESUMO DA NOTÍCIA

- Desigualdade Tarifária: O café solúvel do Brasil paga 10% de imposto para entrar nos EUA, enquanto concorrentes diretos possuem isenção.

- Alerta Comercial: Uma investigação do governo americano (Section 301) preocupa exportadores pelo risco de novas barreiras ou restrições.

- Posicionamento Global: Brasil reforça a marca nacional focada em práticas sustentáveis e tecnologia (ESG+T) para consolidar liderança no mercado americano.

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