Vamos Ler destaca torneio matemático em Ipiranga

Com foco nas operações matemáticas, quarto ano da Escola Rural de Canguera vem participando de dinâmica com foco no desenvolvimento e premiações pedagógicas

Diversos recursos foram utilizados para a competição
Diversos recursos foram utilizados para a competição -

Dhiego Tchmolo

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O 4º ano da Escola Rural Municipal de Canguera, em Ipiranga, sob coordenação do professor Rogério Bráz Euleuterio pôde desenvolver uma dinâmica diferenciada: um torneio de operações matemáticas. Segundo o docente, o objetivo foi de realizar um trabalho cooperativo dentro das quatro operações matemáticas, dando relevância para cada uma delas de forma individual.

“Saber calcular corretamente com as quatro operações é algo fundamental para os alunos, desde em questões próprias do ensino do componente curricular de matemática, às situações do dia-a-dia, pois esta é uma das ferramentas mais indispensáveis que devemos adquirir enquanto estudantes e cidadãos ativos de nossa sociedade, que utiliza bastante conceitos ligados ao uso dos números e suas operações, como no âmbito econômico e monetário, ou ainda para cálculos de medidas de comprimento, área, volume, etc.”, aponta o educador.

Assim, Rogério cita que “permitir aos alunos conquistarem com suas próprias mãos e depois potencializarem estas ferramentas é algo imprescindível, e promover atividades como estas em forma de dinâmicas escolares com cooperação deixa tudo ainda melhor”. Assim, dividiu a turma em duplas e um trio. O professor montou cartões com diversas operações matemáticas, espalhadas por uma carteira, principalmente de subtração, divisão e multiplicação – adição, julgou-se em sala, não era necessária devido ao seu menor nível de dificuldade.

“Um dos alunos da dupla iria em frente à carteia com os cartões de operações, ficando em posição, e após liberação do professor iria pegar um deles arbitrariamente, lendo e respondendo no quadro no menor tempo possível, sendo permitido o auxílio do colega de equipe. Após responder a operação, o aluno em questão iria bater em um ‘botão’ desenhado pelos alunos em uma folha de papel sulfite A4 sinalizando que terminou”, cita o educador.

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Rogério comenta mais sobre o processo. “O tempo seria marcado desde que ele pegou o cartão e acionou o ‘botão’ e, depois, repetindo o processo com o colega de equipe, sendo por último somado os dois tempos e dividido pelo número de membros da equipe (duplas e trio), permitindo assim um tempo médio para cada equipe de modo justo em relação a quantia de membros. Os erros serão corrigidos com auxílio do professor após o término da resolução, sendo acrescentado segundos ao tempo do aluno que respondeu, mediante a análise do ‘nível’ do erro, sendo condizente com a operação respondida”.

Assim, complementa o professor, equipes com menos pontos recebem pontos de prestígio, servindo como moeda de troca para “possíveis pedidos condizentes com a realidade”, como minutos a mais de uma brincadeira que esteja fazendo, figuras a serem coloridas em sala, escolha de atividades de forma prioritária (se possível), além de outros momentos. O docente cita que a atividade buscou ajudar a turma a estabelecer melhor sensos de temporalidade, na percepção que não devem gastar os pontos rapidamente, pensando devidamente, além da valorização de seus esforços e trabalho duro.

“Eles inicialmente irão competir entre si (equipes contra equipes) nesta primeira realização do torneio e, em próximas vezes realizando a atividade, serão trocados os membros de cada dupla e trio, dando oportunidade de trabalharem com novos colegas na resolução das operações. Um dos pontos avaliados que será devidamente premiado em sala será a evolução pessoal de cada aluno, desde não errar mais com tanta frequência ao tempo de resolução menor. Esta foi a primeira realização concreta do torneio, sendo planejado realizá-lo em outros momentos também, ao longo do ano escolar”, conclui o educador.

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