Experiência em Ipiranga aborda os seres microscópicos
Culturas de bactérias feitas em sala de aula encantaram e trouxeram conhecimento aos alunos do 4º ano da Escola Rural Indalécio Lemes Galvão

Culturas de bactérias feitas em sala de aula encantaram e trouxeram conhecimento aos alunos do 4º ano da Escola Rural Indalécio Lemes Galvão
O 4º ano da Escola Rural Municipal Indalécio Lemes Galvão, em Ipiranga, sob coordenação da professora Amanda Dallazoana Langue, trabalho temas relacionados aos seres microscópicos. Com auxílio de livro didático, os alunos puderam ter uma conversa dirigida para decifrar o que são, como são encontrados, como podem ser visualizados, riscos que trazem à saúde e como evitar esses organismos invisíveis.
“Além dessa conversa dirigida, foram realizadas atividades no livro e uma atividade prática: cultura de bactérias. Para que essa atividade pudesse ser realizada, foi feita uma base para essa cultural, a qual foi feita pela professora, já que necessitava de fogo e algumas horas de geladeira para essa base. Utilizaram-se: gelatina incolor, caldo de galinha, água e açúcar”, destaca a docente, que conta que os ingredientes foram colocados em uma panela, levado ao fogo e, após fervura e consistência, a mistura líquida foi adicionada em copos descartáveis.
No dia seguinte, com o material pronto, a experiência iniciou com os alunos utilizando hastes flexíveis (cotonetes) e retirando amostras de alguns espaços da sala, como a carteira, porta do banheiro, interior da boca, lado exterior da máscara, sola do sapato e a mão, com cada educando responsável por um local. Na sequência, passaram o cotonete lentamente na base, girando-o sobre o material. Para complementar, foram etiquetados com o nome dos locais e lacrados por fita, guardados em um recipiente tampado e permanecendo por sete dias.
“Após esse período que ficaram lacrados e guardados, sem nenhuma intervenção, juntamente com os alunos foi feita a abertura do recipiente, os quais (os alunos) foram surpreendidos ao notar que a base não estava mais limpa e sim com ‘pontos’ pretos e também brancos, (onde) a professora explicou que eram bactérias e até mesmo fungos. A partir disso foi discutida a quantidade de seres microscópicos que encontramos a nossa volta”, elenca a educadora.
Para fechar, Amanda cita que esse contexto trouxe um debate sobre a importância as higiene, como a proteção que as máscaras não dão, mas que acumulam bactérias e outros seres em seu exterior, além de ser indispensável a escovação e higienização de espaços como banheiros, carteiras, mãos e o chão. “Foi uma experiência muito valiosa, carregada de muitos aprendizados, além de divertida”, conclui a professora.
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