Ensino integral amplia formação e engaja alunos
<b style="font-family: "Titillium Lt"; color: rgb(0, 0, 0);">Turmas do 1º ao 4º ano da Escola Evangélica de Carambeí desenvolvem atividades que trabalham raciocínio, sociabilidade e outras aprendizagens complementares</b>

Turmas do 1º ao 4º ano da Escola Evangélica de Carambeí desenvolvem atividades que trabalham raciocínio, sociabilidade e outras aprendizagens complementares
O ensino integral é sempre uma ótima ferramenta para trabalhar e ampliar diversos conceitos com os alunos. As turmas do 1º ao 4º ano da Escola Evangélica de Carambeí sabem disso: com orientação da professora Lídia Moises Murr, desenvolvem uma série de atividades que estimulam ainda mais o desenvolvimento e conhecimento pedagógico e pessoal.
“A estrutura de classe mista que utilizamos no contraturno do Ensino Fundamental da Escola Evangélica de Carambeí assegura aos nossos alunos uma atmosfera de aprendizado cooperativo, trabalho em equipe, incentivo à interação social e ao desenvolvimento emocional. Proporcionando uma observação clara e contínua das especificidades competente a cada etapa do desenvolvimento”, destaca a docente.
Lidia também elenca que é essencial o desenvolvimento de uma boa interação entre os alunos, o que construi uma aprendizagem significativa. O objetivo destas rotinas, conforme explica a professora, é manter um ambiente tranquilo e coletivo, com situações que estimulam a interação permanente entre todos, além de resolver conflitos com os diálogos. Todas as atividades, com esses pressupostos, têm se mostrado efetivas.
“Percebo que os alunos trocam experiências e estabelecem ligações entre os conteúdos ao realizarem as tarefas do ensino regular com maior autonomia. Quando surgem assuntos de interesse mútuo na roda de conversa, cada um contribui com o seu conhecimento dentro das suas possibilidades”, explica a docente.
A relação entre os alunos mais velhos e novos também é destaque: os maiores, diz Lídia, percebem que os menores são diferentes, possuem limitações que precisam ser respeitadas, o que envolve empatia e compaixão pelos colegas. Já os mais novos, observando os maiores, sente-sem motivos a adquirir os aprendizados. “Isso acontece nas atividades físicas, na caligrafia e no raciocínio lógico, por exemplo”, complementa a professora.
“Agindo como protagonistas de suas experiências, os alunos do ensino não só aprendem, mas desenvolvem valores sociais como o respeito, a compreensão, a solidariedade, o saber ouvir e a empatia. O trabalho em equipe e o saber conviver são habilidades fundamentais para o mundo de hoje, dentro e fora da escola. As atividades em grupo permitem ao estudante entender, acolher e respeitar o ponto de vista do outro”, conclui Lídia.
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