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Violência é tema de entrevistas em Carambeí

Exploração sexual, trabalho infantil e abusos contra a mulher foram algum dos temas abordados no 5º ano da Escola Rural Santa Cruz. Confira a entrevista de uma aluna com três mães.

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| Autor:

Dhiego Tchmolo

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Exploração sexual, trabalho infantil e abusos contra a mulher foram algum dos temas abordados no 5º ano da Escola Rural Santa Cruz. Confira a entrevista de uma aluna com três mães.

Uma atividade no 5º ano da Escola Rural Municipal Santa Cruz, em Carambeí, buscou alertar os estudantes da turma sobre uma importante questão: a violência infantil. Coordenados pela professora Joseli Rodrigues de Paula, os estudantes desenvolveram inúmeras atividades que contaram com filmes, série e questionário sobre o assunto.

Desenvolvida em três frentes – exploração do trabalho infantil, exploração sexual das crianças e adolescentes, além das violências envolvendo o sexo feminino – os alunos iniciaram as atividades assistindo a um curta denominado ‘Vida Maria’, além da série ‘Que abuso foi esse’, ambos ligados ao tema discutido em sala de aula.

“A discussão em sala foi muito proveitosa, os alunos citaram os termos pejorativos dados a essas meninas (representadas no curta) que sofrem violência sexual e nem sabem. Foi também entregue para os alunos uma cartilha distinguindo os tipos de violência sexuais e infantis. Os temas foram discutidos em sala de aula e as crianças levaram um questionário para casa para ser preenchido junto com os pais”, destaca Joseli.

Entrevistas

Através do cinegrafista Matheus Cardoso Rocha, a estudante Gabrielly Souza pôde entrevistar três mães sobre o assunto retratado em sala de aula. Cada uma abordou diferentes formas do assunto, mas sempre ressaltando para a importância da temática e as opiniões acerca de um tema tão delicado.

“Não pode bater, machucar, xingar. Falar coisas que machucam vocês, que são muito pequenos”, destacou Adriele de Carvalho, mãe dos alunos Hendrik e Pamela, aos ser indagada sobre o que entendia como violência infantil.

Para Danieli Aparecida Alves, mãe da repórter Gabrielly, violência sexual representa “um homem querer se aproveitar da mulher sem consentimento dela”. Para encerrar, Franceline Aparecida Silva, mãe do estudante Natan, também comentou sobre o tema. “As pessoas que forçam as crianças a trabalhar desde os 10 aos 17 anos sem direito a nada”, diz Franceline sobre a questão da exploração do trabalho infantil.

Para conferir na íntegra a entrevista, clique no player acima. No blog escolar da Escola Rural Santa Cruz você pode ver todas as produções da instituição de ensino. Clique aqui.

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