Animais raros viram reportagem em turma de Jaguariaíva
Atividade foi desenvolvida no 5ºB da Escola José Pedro Cleto. Estudantes puderam entrevistar família e vizinhos sobre o tema. Confira o texto de uma das alunas.

Atividade foi desenvolvida no 5ºB da Escola José Pedro Cleto. Estudantes puderam entrevistar família e vizinhos sobre o tema. Confira o texto de uma das alunas.
Atuar como repórter. Uma das atividades que mais integram os alunos junto ao Vamos Ler – Geração Digital. E as formas de atuação, com a criatividade de professores e alunos, abrem espaço para inúmeras produções. Na Escola Municipal José Pedro Cleto, em Jaguariaíva, foi desta forma que os alunos do 5ºB da professora Elisabete Sobjeiro Andrezejewski trabalharam.
“Com o objetivo de desenvolver a oralidade e reconhecer a finalidade do texto reportagem, e ampliar a capacidade de expressar-se utilizando a linguagem formal, foi lançado um pequeno desafio para os alunos do quinto ano B: ser repórter por um dia”, destaca a docente sobre a atividade realizada em sala de aula.
Anteriormente, os alunos já tinham estudado uma reportagem da safa da arara azul, disponibilizada pelo livro didático municipal na disciplina de Língua Portuguesa. Segunda a professora, os estudantes precisavam entrevistar alguém da própria família ou até mesmo vizinhos.
“(A entrevista foi) sobre quais animais que estão cada vez mais difíceis de serem encontrados em nossa região. Após coletar as informações, os alunos produziram um pequeno texto e, em seguida, apresentaram para os colegas da classe. Brincando e aprendendo”, conclui a docente.
Destaques
Entre as reportagens, Elisabete selecionou algumas para demonstrar a atividade. Entre eles esteve o da aluna Ana Luiza:
“Estive na casa da senhora Virginia, minha avó, para conversar sobre animais que estão cada vez mais difíceis de serem encontrados em nossa região. A senhora Virginia contou que o tamanduá é um animal que possui pelos muito longos pelo corpo, além de uma imensa cauda e focinho fino (e possui quatro patas), e se locomovem de maneira vagarosa.
São geralmente cinzentos ou marrons, e possuem uma faixa preta e branca que se estende diagonalmente pelo corpo todo. Ele tem 1,80. Hoje o Tamanduá Bandeira já está em extinção devido a caça e a destruição de nossas matas. Ana Luiza, repórter por um dia”.
Para conferir todas as produções da Escola José Pedro Cleto, acesse o blog escolar da instituição de ensino. Clique aqui.





















