Alunos criam seu próprio diário em Jaguariaíva
Produção textual do 5º ano da Escola José Pedro Cleto contou com uma atividade em que os estudantes relatavam um dia especial.

Produção textual do 5º ano da Escola José Pedro Cleto contou com uma atividade em que os estudantes relatavam um dia especial.
Os relatos cotidianos de nossa vida num local específico de escrita. Isso te lembra alguma coisa? Sim: os diários. Esta ferramenta de memória escrita, sobretudo de exteriorização dos nossos sentimentos, é algo que faz parte da história humana. Com este conceito, a professora Luciana Freitas trabalhou sobre diários com os estudantes do 5º ano da Escola José Pedro Cleto.
“Quem não gosta de registrar uma aventura? E isso as crianças tem de monte para nos contar. Conversei sobre o tema da produção, observei que alguns meninos não fizeram uma carinha de ‘ai que legal’, até pelo pensamento de ser coisa de menina. Então, rapidamente lembrei que os ‘homens’ poderiam ter um diário de bordo, onde se escreve o dia a dia de uma navegação, e aí eles colaboraram”, destaca a professora.
Para realizar a produção, Luciana instigou novamente a criatividade e a produção textual dos estudantes. “Pedi que imaginassem uma última folha de um diário e que registrassem nele o que achassem que deveria ficar guardado, para ser lido a algum tempo mais tarde”, completa a professora. Para acessar o blog da Escola José Pedro Cleto e conferir todas as produções do 5º ano, clique aqui.
Textos
“Meu diário
Hoje vou contar uma viagem inesquecível de Aparecida de Norte...
Bom, estávamos ansiosos quando meu pai me avisou que nós dentro de 100 dias íamos para Aparecida do Norte, quando faltava apenas dois dias minha mãe e eu começamos a arrumar as malas, quando amanheceu nós pulávamos de alegria e, perto de 7h da noite, corremos ao ponto de ônibus e descobrimos que nossas vizinhas também iam. Aí, eu levei o meu avô, uma hora depois o ônibus chegou. A viagem foi ótima, dormimos e acordamos em dois postos duas vezes ou mais, de tanto que dormi.
Lembro que antes de todos dormirem, fomos a uma missa. Bom, lembro que quando perdi o sono, escutei os motoristas ligando a rádio e cantando. Quando amanheceu chegamos lá. Bom, vimos a cidade inteira da varanda, nós estávamos no nono andar, dormimos e quando amanheceu perto de 3h da tarde, fomos embora e esse dia eu sei que eu nunca vou esquecer.
Autora: Maria Eduarda”
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“Meu diário
Nesse dia tudo estava chato, irritante e tedioso. De manhã o meu café oi o pior do mundo, só um pãozinho de forma um café com leite. O almoço começou a animar, falaram que ia ter uma surpresa a noite. Quando chega à noite, chega meu tio, aparece com um cão. Eu logo vou correndo abraçar o cão e meu tio diz que o nome dele é Carioca. Meu dia que tedioso, tinha virado o melhor do mundo
Autora: Andressa”.





















