Imbituvenses aprendem sobre cartografia na prática
Sexto D do Colégio Estadual Alcidez Munhoz contou com quebra-cabeças de mapas e outras atividades na aula de Geografia.

Sexto D do Colégio Estadual Alcidez Munhoz contou com quebra-cabeças de mapas e outras atividades na aula de Geografia.
O trabalho com mapas é ferramenta importante para que os estudantes conheçam e se orientem no espaço geográfico. No Colégio Estadual Alcidez Munhoz, em Imbituva, o professor da disciplina de Geografia, Douglas Rundvalt, incorporou diversos elementos para trabalhar essas noções junto com seus alunos do 6º ano D. O trabalho com cartografia faz parte da grade curricular destas séries, permitindo amplo conhecimento sobre estes objetos de orientação que fazem parte da história humana.
O tema da atividade, conforme explica o professor, foi utilizar de elementos cartográficos através da confecção de mapas em material E.V.A. Entre os locais abordados na produção prática estão o Paraná, junto às suas mesorregiões, o mapa-múndi e as regiões do Brasil. Todo o processo de elaboração e montagem dos materiais contou com a colaboração da acadêmica e estagiária do curso de Geografia da Unicentro, Paula Tamires Alessi, supervisionada pelo professor.
“Neste trabalho deveriam colocar e reconhecer todos os elementos em um mapa, ou seja: título, orientação (rosa-dos-ventos), legenda, autoria e ano – no caso dessa autoria, os professores orientaram os alunos a colocarem seus sobrenomes para que possam ir entendendo a questão de autoria e criação de trabalhos”, destaca Douglas.
O trabalho, conforme explica o docente, foi dividido em cinco etapas. Na primeira, a apresentação dos mapas a serem trabalhados na turma; o segundo ponto contou com recorte das linhas e limites em E.V.A., criando um quebra-cabeças; o terceiro momento contou com a divisão em cinco grupos, cada um com seis alunos, com mapas e modelos entregues a cada grupo; na sequência, começou a montagem do quebra-cabeça, dando a forma dos mapas; no último momento, os elementos básicos foram colocados no material cartográfico.
“Esse trabalho em sala de aula com alunos do sexto ano do Ensino Fundamental foi realizado para que os mesmos pudessem aprender a desenvolver trabalhos práticos e mais dinâmicos, associando a pratica com o que o professor explica em sala de aula. O interesse e a concentração dos alunos durante a realização do trabalho foram incríveis, pois os mesmos dedicaram-se intensamente para colocaram todos os detalhes nos mapas e deixar ‘bem parecido’ com o modelo entregue aos grupos”, aponta Douglas.
O professor destaca que, com a faixa etária dos estudantes – em média 11 anos – o trabalho desta forma desenvolve sua cognição, pois utiliza de exemplos práticos e palpáveis, capacitando sua visão espacial. “Ao desenvolverem um mapa em sala de aula com os detalhes aos iguais que eles veem em livros, torna o processo ensino-aprendizagem agradável. Nesse caso, coube ao professor e o auxílio da acadêmica estimularem os trabalhos e fazendo com que os mesmos se sentissem desafiados a produzirem”, comenta o docente.
E, para concluir, destaca que este tipo de atividade é uma forma de aprendizagem diferenciada. “É muito bom ver o empenho e dedicação dos alunos com uma atividade diferenciada e a satisfação em ver um trabalho pronto, o resultado final é impressionante e garante um maior incentivo ao processo ensino-aprendizagem”, finaliza Douglas.





















