‘Parques do Paraná’ propõe melhorias ao Guartelá

Tibagi é um dos quatro municípios envolvidos na primeira etapa do Programa Parques do Paraná, projeto que estimula o turismo sustentável, a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento regional, com a assinatura do termo de cooperação técnica entre o Governo do Estado e o Instituto Semeia, realizado nesta terça-feira (11) em Curitiba.
A prefeita Angela Mercer de Mello esteve presente no evento, que dará início ao estudo de modelos de gestão para indicar potenciais áreas que possam ser concedidas à iniciativa privada, organizações sociais ou outros formatos de parceria com o Estado, que em Tibagi será implantado no Parque Estadual do Guartelá. “Tibagi é abençoado com muitas riquezas naturais, entre elas o canion Guartelá, que todos os anos atrai milhares de visitantes ao nosso município. A gestão do parque é do Estado, e toda iniciativa que busque melhorias nesta área e que facilitem o turismo no local serão bem vindas”, enfatizou a prefeita.
O documento foi assinado pelo secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Ricardo Soavinski; pelo secretário do Planejamento, Silvio Barros, e pela diretora-executiva do Instituto Semeia, Ana Luisa Mancini Da Riva. O Parques do Paraná, previsto inicialmente em 14 áreas estaduais, está desenvolvendo também estratégias de educação ambiental e uso público, formas de desenvolvimento regional com a participação de municípios e das comunidades vizinhas dos parques e voluntariado.
A cooperação técnica assinada com o Semeia abrange estudos para quatro dos 14 parques do projeto: Monge, na Lapa; Vila Velha, em Ponta Grossa, Guartelá, em Tibagi e Ilha do Mel, em Paranaguá. A previsão é que os estudos sejam concluídos em cinco meses e será feito sem ônus para o Governo.
Para Soavinski, implantar atividades de uso público que respeitem as diretrizes dos planos de manejos das unidades pode ser uma importante fonte de receita para o Estado reverter esses recursos na conservação dos parques, além de ser um instrumento de parceria com a comunidade.
“O potencial ambiental, turístico e comercial dos parques, aliado a parcerias profissionais e investimentos compartilhados entre Estado e iniciativa privada, por meio de modelos de gestão sustentáveis, pode melhorar significativamente a conservação e, ao mesmo tempo, gerar renda, emprego para as comunidades das regiões dos parques, além de proporcionar lazer e turismo de mais qualidade para a população”, diz Soavinski.
Parques do Paraná
Além dos quatro parques que fazem parte o termo de cooperação, o projeto Parques do Paraná abrange nesta etapa outros 10 parques: Pico Marumbi, em Morretes; Serra da Baitaca, na Região Metropolitana de Curitiba; Cerrado, em Jaguariaíva; Rio da Onça, em Matinhos; Mata dos Godoy, em Londrina; Campinhos, em Tunas do Paraná; Amaporã, em Amaporã; Lago Azul, em Campo Mourão, e São Camilo, em Toledo.
O projeto todo envolve várias áreas do Governo, especialmente o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e as secretarias do Turismo e Esporte, do Planejamento e da Administração, além do Sebrae-PR e da Paraná Projetos, Instituto de Terras, Cartografia e Geociências, Paraná Projetos, Fecomércio e Ministério Público do Paraná.
A Secretaria estadual do Turismo ficará responsável pela articulação com os municípios e a população do entorno dos parques em ações de empreendedorismo voltadas ao atendimento dos visitantes, como hospedagem, gastronomia e outras atividades que possam gerar renda. “É um dos projetos que mais integra o governo”, disse o presidente da Paraná Turismo, Jacob Gimenez.
Informações da assessoria.





















