Prefeitura de PG retira toneladas de sedimentos, pneus e entulhos do Lago de Olarias
Segundo a Administração Municipal, já são mais de 370 caminhões retirando sedimentos, pneus, entulhos e diversos materiais acumulados ao longo dos anos no Lago de Olarias

Uma grande operação e limpeza está em andamento para garantir a preservação e a segurança do Lago de Olarias, um dos principais cartões-postais de Ponta Grossa. De acordo com balanço divulgado pela Prefeitura nas redes sociais, as equipes de obras já realizaram mais de 370 viagens de caminhão para a retirada de sedimentos, pneus e entulhos acumulados no fundo do lago artificial ao longo dos anos.
A intervenção, considerada urgente e necessária pelas Secretarias de Infraestrutura e Planejamento e de Meio Ambiente, visa combater o avanço do assoreamento. "Um trabalho técnico, pesado e necessário para recuperar a capacidade de drenagem e contenção do lago, que é fundamental para ajudar a evitar alagamentos e enchentes na região. Além de preservar um dos cartões-postais mais importantes da cidade, a obra também melhora a qualidade da água e prepara o Lago para que esse tipo de intervenção só precise acontecer novamente daqui há muitos anos." escreveu a Administração em publicação nas redes sociais.
OBRAS DE ASSOREAMENTO
Na última quarta-feira (20), os secretários municipais de Meio Ambiente e de Infraestrutura, Carla Kritski e Luiz Henrique Honesko, respectivamente, para uma prestação de contas sobre as obras de desassoreamento do Lago de Olarias. Segundo os secretários, a intervenção no Lago de Olarias é considerada necessária e urgente devido ao avanço do assoreamento, agravado pelas obras executadas no entorno do parque. Durante a explanação, Luiz Henrique Honesko destacou que a Prefeitura possui diversas obras em andamento no município, mas reforçou a importância do Lago de Olarias para a cidade. Segundo ele, a participação conjunta das duas secretarias ocorreu justamente para esclarecer questões técnicas relacionadas à engenharia da obra e ao andamento dos serviços.
De acordo com a equipe técnica, embora o assoreamento seja um processo natural em lagos artificiais, o volume registrado atualmente ultrapassa os níveis considerados normais, exigindo intervenção mais ampla para evitar danos ambientais, impactos à fauna local e prejuízos ao paisagismo do parque.
Os secretários ainda informaram que a Prefeitura avaliou alternativas técnicas para o desassoreamento utilizando outros equipamentos, mas os orçamentos apresentados variavam entre R$ 9 milhões e R$ 12 milhões. Diante do alto custo, o município optou por um modelo considerado mais viável financeiramente.
PRAZO PARA CONCLUSÃO
Sobre o cronograma, os secretários afirmaram que, com a estrutura atual e considerando as condições climáticas, o prazo estimado para conclusão é de sete meses. Eles destacaram que o período chuvoso registrado no início da obra e na última semana prejudicou o avanço dos trabalhos.
Apesar disso, a Prefeitura informou que pretende ampliar a equipe para reduzir o prazo de execução, desde que novas frentes de serviço sejam abertas. Os secretários também se colocaram à disposição para manter os vereadores atualizados sobre o andamento dos trabalhos e realizar visitas técnicas ao local.
Com informações de assessoria de imprensa





















