PM é investigado por morte de advogada em PG

MP, Gaeco e Polícia Civil estão nas ruas para cumprir nove mandados de prisão contra membros de organização criminosa que atua na cidade

MP, Gaeco e Polícia Civil estão nas ruas para cumprir nove mandados de prisão contra membros de organização criminosa
MP, Gaeco e Polícia Civil estão nas ruas para cumprir nove mandados de prisão contra membros de organização criminosa -

Da Redação

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MP, Gaeco e Polícia Civil estão nas ruas para cumprir nove mandados de prisão contra membros de organização criminosa que atua na cidade. Entre os investigados está um PM suspeito de auxiliar o grupo; 

Uma operação conjunta entre Ministério Público do Paraná, Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e a Polícia Civil está nas de Ponta Grossa na manhã nesta terça-feira (28). A Operação Pax, que busca desarticular uma organização criminosa armada supostamente responsável por tráfico de drogas e armas e por diversos homicídios, cumpre nove mandados de prisão (oito preventivos e um temporário), além de realizar buscas e apreensões em nove endereços, incluindo um em São Paulo. As ordens judiciais foram expedidas pela 1ª e pela 2ª Varas Criminais de Ponta Grossa.

A ação executa ainda um mandado de suspensão das funções contra um policial militar suspeito de auxiliar o grupo criminoso com o fornecimento de informações privilegiadas e sigilosas, contribuindo para o tráfico e as mortes. O policial é alvo de duas buscas e apreensões, cujos mandados foram expedidos pela Vara da Auditoria da Justiça Militar do Paraná, para cumprimento pelo MPPR com apoio da Corregedoria da PM.

Investigações

As investigações, iniciadas em março de 2022 pelo Gaeco e corroboradas por inquéritos da Polícia Civil, indicam que vários homicídios e tentativas de assassinatos ocorridos em Ponta Grossa em 2021 e 2022 estão relacionados a um conflito entre facções criminosas que disputam o mercado de drogas na região. Para a execução dos crimes, os criminosos utilizaram armas de calibres restritos, como fuzis e pistolas 9 mm.

Dentre os homicídios suspeitos de serem determinados e executados pela facção, está o de uma advogada assassinada em março deste ano. A disputa territorial seria responsável pelo aumento expressivo dos crimes dolosos contra a vida na região de Ponta Grossa em 2021 e 2022.

Com informações do Ministério Público do Paraná

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