Família faz vaquinha para se reconstruir após incêndio que matou menino em PG | aRede
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Família faz vaquinha para se reconstruir após incêndio que matou menino em PG

Casa foi destruída pelas chamas, avó de Benjamin está internada na UTI e familiares perderam praticamente todos os pertences

O menino não resistiu ao incêndio
O menino não resistiu ao incêndio -

Milena Batista

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A família de Benjamin Rodrigues, de 5 anos, iniciou uma campanha de arrecadação para tentar recomeçar após o incêndio que destruiu a residência onde o menino morava com familiares, na região de Uvaranas, em Ponta Grossa. A tragédia aconteceu nessa sexta-feira (31), justamente no dia em que Benjamin completava 5 anos.

O menino não resistiu ao incêndio e foi encontrado carbonizado dentro de um dos quartos da casa. O corpo segue no Instituto Médico Legal (IML) de Ponta Grossa, aguardando a liberação após a realização dos procedimentos necessários. Até o momento, a família ainda não divulgou informações sobre o local do velório e do sepultamento.

A avó de Benjamin, Palmira, de 84 anos, ficou ferida ao tentar entrar na residência em chamas para salvar o neto. Ela foi socorrida pelo Samu e encaminhada para atendimento médico. Atualmente, está internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Além da perda de Benjamin e da internação de Palmira, a família também enfrenta as consequências materiais provocadas pelo incêndio. A idosa mora com um filho com deficiência na fala e outra neta, e os familiares perderam praticamente todos os pertences.

Antes da tragédia, a família já estava construindo uma nova casa e se preparava para deixar o imóvel onde ocorreu o incêndio. Com a perda de roupas, móveis, eletrodomésticos, utensílios domésticos e outros itens essenciais, a família decidiu criar uma vaquinha para arrecadar recursos e conseguir reconstruir a rotina - acesse aqui.

A campanha busca ajudar na compra dos itens básicos necessários para que Palmira e os familiares possam retomar a vida após a tragédia.

Qualquer contribuição pode ajudar neste momento. Quem não puder doar também pode colaborar compartilhando a campanha, para que ela alcance mais pessoas e a família consiga receber apoio para esse recomeço.

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