PG gerou 678 vagas de emprego no 1º trimestre
Saldo do mercado de trabalho foi negativo em março, com mais demissões do que admissões.

Saldo do mercado de trabalho foi negativo em março, com mais demissões do que admissões. construção civil puxou a perda de vagas
Ponta Grossa teve um mês de baixa na geração de emprego em março. Números revelados nesta quinta-feira (28) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência, apontam que o município teve 4.446 admissões e 4.488 demissões, resultando em um saldo negativo de 42 postos de trabalho perdidos. Foi a primeira baixa do ano, após um saldo positivo de 100 vagas em janeiro e de 620 em fevereiro, segundo os números mais atualizados do Caged. No total, Ponta Grossa agora conta com 93.679 trabalhadores formais com carteira assinada.
Para o mês de março, o desempenho de Ponta Grossa foi o 17º pior do Paraná – os piores resultados foram de Guaratuba (-322), Matinhos (-244) e Paranaguá (-180). Com esse resultado de março, a cidade também está negativada no emprego no acumulado de 12 meses, ou seja, entre abril de 2021 e março de 2022: no período foram 49.819 admissões contra 49.829 demissões, resultando em um saldo de 10 negativos. Entre os 399 municípios paranaenses, é o 40º pior resultado no período. No ano, por outro lado, a cidade tem o 16º melhor resultado, com 678 vagas criadas no período.
Tanto no mês de março quando no acumulado do ano, o principal causador do saldo negativo é a construção civil, um setor bastante volátil. Somente em março, esse ramo teve um saldo negativo de 267 vagas – somente na área de obras da infraestrutura de energia elétrica e telecomunicações foram 242 demissões, que se somaram com as 27 de construção de rodovias, ferrovias e obras urbanas. Os outros quatro setores todos criaram vagas em março: a indústria abriu 5 oportunidades; a agropecuária 42; os serviços 77; e o comércio criou 101 novas vagas.
O Paraná fechou o primeiro trimestre do ano com a abertura de 56.225 vagas de emprego com carteira assinada, resultado que é o quinto melhor do País. Já o Brasil fechou março com a criação de 136.189 empregos formais.





















