“A verdade prevaleceu”, ressalta Eldo Bortolini
Ex-presidente da Fundação de Turismo ressaltou decisão que descarta cometimento de crime durante organização da 24ª Münchenfest

Ex-presidente da Fundação de Turismo ressaltou decisão que descarta cometimento de crime durante organização da 24ª Münchenfest
O ex-presidente da Fundação Municipal de Turismo (FumTur), Eldo Bortolini, comemorou a decisão da Justiça em descartar a possibilidade de crime de improbidade administrativa cometido durante a realização da 24ª Münchenfest, realizada em 2013. Eldo afirmou ter tido o “nome jogado na lama injustamente” e ressaltou que, enquanto presidente da Fundação, buscou conquistar economias na realização do evento.
Além de Eldo, o prefeito Marcelo Rangel (PPS) e dos empresários Iran Taques e Arielcion Dias de Lima tiveram os bens bloqueados após um pedido do Ministério Público (MP) em dezembro de 2015. “A acusação foi feita de maneira leviana e só agora o MP nos ouviu para que pudéssemos expor a verdade e contradizer as calúnias que foram contadas”, explicou o ex-presidente da Fundação de Turismo.
Eldo lembrou que, enquanto presidente da FumTur, era responsável pela organização dos shows do pavilhão interno do Centro de Eventos, durante a Münchenfest de 2013. “Nós conseguimos contratar um som muito melhor por um preço menor do que aquele que praticado em outras edições e além disso optamos por privilegiar a música alemã e preservar a particularidade da festa”, contou Bortolini.
O ex-presidente lamentou que “a mentira do denunciante tenha tomado corpo” e passado a adotar, inclusive, “contornos de verdade”, nas palavras de Eldo. “Toda as contratações que fiz enquanto presidente da FumTur foram via licitação e conseguimos uma economia substancial para os cofres públicos municipais”, ponderou Bortolini. A decisão da Justiça em encerrar o processo foi divulgada na última quarta-feira (28).





















