Justiça descarta crime na realização da Münchenfest
Com decisão da juíza, foram inocentados o prefeito Marcelo Rangel, o empresário Iran Taques e o ex-presidente da FumTur, Eldo Bortolini

A juíza Jurema Carolina da Silveira Gomes, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Ponta Grossa, julgou improcedente a denúncia de crime de improbidade administrativa cometido durante a realização da 24ª Münchenfest, realizada em 2013. Com isso, o prefeito Marcelo Rangel, o empresário Iran Taques, o ex-presidente da Fundação Municipal de Turismo (FumTur) Eldo Bortolini, e as empresas Versus Produções e Promofair Publicidade e Eventos, foram considerados inocentes.
A ação foi impetrada pelo Ministério Público a partir de denúncias do então vereador Antônio Laroca Neto em 2015. Por causa do processo, os envolvidos tiveram parte dos bens bloqueados pela Justiça. O MP acusava os réus de “irregularidades no planejamento, licitação, contratação e execução na prestação de serviços” durante a Festa Nacional do Chope Escuro.
Jurema julgou improcedente o pedido inicial e também encerrou o processo. A decisão cita os depoimentos de todos os envolvidos no caso, como no caso de Marcelo Rangel, “sustentando que não houve triangularização entre o Município de Ponta Grossa, Serviço de Obras Sociais – SOS e Versus Produções, tendo em vista que autorizou a SOS, organização não-governamental, a organizar a Münchenfest da forma que melhor atendesse aos interesses da população”.
O empresário Iran Taques, um dos citados na ação, usou as redes sociais para celebrar a decisão judicial. “Fica provado que não cometemos crime de improbidade bem como nenhuma irregularidade nos processos envolvendo a München 2013. Que tudo foi feito dentro da lei e como manda a Lei. Que as provas apresentadas por nós foram suficientes para demonstrar a lisura dos nossos atos e que foi cumprida a obrigação com a honestidade”, comemora.





















