Flávio Bolsonaro sobe tom e chama Lula de 'pinguço incompetente e ladrão'
A subida de tom vem no mesmo dia em que o governo Lula anunciou um reajuste de 15% no Bolsa Família

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) subiu o tom nesta quinta-feira (17) e chamou o presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de "pinguço".
"Com mais quatro anos de Lula, você acha que estará sofrendo mais ou menos com a violência? Vai sofrer mais. Acha que estará mais ou menos endividado? Mais endividado. Não tem sentido o Brasil reeleger esse pinguço incompetente e ladrão", disse à plateia de um comício em Vitória da Conquista (BA).
Em fevereiro, Flávio já havia comparado Lula a um "Opala velho, que bebe para caramba". As menções de Flávio a um suposto hábito de consumir bebidas alcoólicas, no entanto, não têm sido frequentes.
A subida de tom vem no mesmo dia em que o governo Lula anunciou um reajuste de 15% no Bolsa Família. Com informações da TNOnline, parceira do Portal aRede.
No mesmo discurso, Flávio Bolsonaro classificou a medida como "proibida" e "ilegal".
"Não caiam em mais uma promessa da campanha, porque Lula age no desespero, acabou de fazer um decreto mesmo sabendo que é ilegal e que é proibido durante as eleições. Fez uma coisa que não fez em quatro anos de governo, faltando 17 dias para as eleições", afirmou o candidato do PL.
RESUMO
Ataque direto e tom agressivo: Em comício em Vitória da Conquista (BA), Flávio Bolsonaro (PL) subiu o tom contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT), chamando-o de "pinguço incompetente e ladrão" e questionando os resultados de um eventual novo mandato do adversário.
Acusação de ilegalidade no Bolsa Família: O candidato do PL criticou o reajuste de 15% no benefício recém-anunciado pelo governo federal, classificando a medida como "proibida", "ilegal" e uma manobra "desesperada" tomada a 17 dias do primeiro turno.
Mudança no padrão de discurso: Embora Flávio já tivesse feito comparações anteriores sobre o consumo de álcool pelo presidente, os ataques com termos pessoais ofensivos não vinham sendo recorrentes na reta final da campanha.



