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Ativista brasileira volta para casa e não pensa em nova campanha

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Gabriel Sartini

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O "pior momento" da vida da ativista Ana Paula Maciel — os 100 dias que esteve retida na Rússia, 60 desses presa sob acusação de vandalismo — chegou ao fim às 15h20min deste sábado, quando finalmente chegou ao apartamento em que vive com a mãe no bairro Camaquã, Zona Sul de Porto Alegre. "Nem acredito que chegou ao fim. Foi um período muito difícil, mas valeu a pena pela repercussão que causou no mundo inteiro. Só posso agradecer o apoio que recebi", comemora.

A ativista do Greenpeace foi recebida ao gritos de "Bem vinda, Ana!" de familiares, colegas, fãs e curiosos. Concedeu uma rápida entrevista coletiva e, pouco antes do meio-dia, subiu em um automóvel alugado pelo Greenpeace que a aguardava na área de desembarque.

Seus próximos passos como ativista ainda são uma incógnita. Mais cedo, no aeroporto, o pai de Ana, Jaires Maciel, havia dito que o próximo destino seria a Nova Zelândia, já em janeiro, para protestar contra a caça às baleias. A ativista não confirmou a informação: deu a entender que continuará lutando pelo fim da exploração do petróleo. "Vou descansar um mês ou dois, depois decidir onde será a próxima campanha", garante.

Informações do Diário Catarinense

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