Rebelião em Cascavel já dura mais de 31 horas

Negociadores do Comando de Operações Especiais da Polícia Militar (PM) do Paraná retomaram, na manhã de hoje (25), as negociações para tentar com uma rebelião na Penitenciária Estadual de Cascavel, no oeste do estado. Segundo a assessoria da secretaria estadual de Justiça, quatro presos já foram mortos desde o início do motim, na manhã desse domingo (24). Dois agentes penitenciários continuam como reféns.
De acordo com a Secretaria de Justiça, 145 presos que corriam risco de morrer já foram transferidos para outros estabelecimentos prisionais do estado. Um levantamento preciso dos estragos na unidade só será feito após os agentes serem libertados e a rebelião encerrada, mas a secretaria estadual confirma que boa parte da penitenciária de Cascavel foi danificada, pois os presos quebraram telhas, queimaram colchões e danificaram celas.
Imagens veiculadas por vários órgãos de imprensa mostram detentos exibindo faixas e cartazes com o nome do Primeiro Comando da Capital (PCC), presente em várias regiões do país. A assessoria da Secretaria de Justiça informou que não poderia confirmar se há lideranças da facção presas na unidade ou entre os presos já transferidos.
Com capacidade para 1.116 presos, a penitenciária de Cascavel mantinha 1.038 detentos no momento em que a rebelião foi deflagrada.
Segundo informações do Portal CGN, na manhã de hoje (25) presos rebelados começaram a jogar pedaços de corpos das vítimas nos policiais. Uma cabeça e algo que se parece com um braço foram atirados contra as equipes de negociação. Os pedaços de corpos estão carbonizados e ainda não há a confirmação oficial de quantos mortos há na unidade prisional.
Com informações da Agência Brasil e da CGN.





















