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Vereadores de Toledo são condenados após pedido de propina de R$ 300 mil

Parlamentares teriam condicionado aprovação de projeto à cobrança de vantagem indevida de empresa do setor energético

A sentença foi publicada nesta segunda-feira (18) pela 1ª Vara Criminal do município
A sentença foi publicada nesta segunda-feira (18) pela 1ª Vara Criminal do município -

Lucas Veloso

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Dois vereadores da legislatura 2021-2024 da Câmara Municipal de Toledo foram condenados pelo crime de corrupção passiva após investigação conduzida pelo Ministério Público do Paraná (MPPR). A sentença foi publicada nesta segunda-feira (18) pela 1ª Vara Criminal do município.

Segundo o MPPR, os parlamentares solicitaram uma propina de R$ 300 mil a representantes de uma empresa do ramo de energia em troca da aprovação de um projeto de lei que tramitava na Câmara Municipal. A proposta tratava da regularização de uma servidão de passagem necessária para a instalação de tubulações ligadas à construção de uma Central de Geração Hidrelétrica (CGH) no Rio São Francisco, em Toledo.

As investigações, conduzidas pela 4ª Promotoria de Justiça da comarca, apontaram que o pedido de vantagem indevida ocorreu em 31 de outubro de 2024. Conforme a denúncia, os vereadores teriam condicionado a aprovação da matéria legislativa ao pagamento do valor solicitado.

A Justiça condenou os dois parlamentares a sete anos de prisão em regime semiaberto, além da perda dos cargos públicos. Os vereadores foram reeleitos e atualmente exercem novo mandato na Câmara Municipal.

A decisão ainda cabe recurso.

Confira um resumo da notícia:

- Dois vereadores de Toledo foram condenados por corrupção passiva após investigação do Ministério Público do Paraná apontar pedido de propina de R$ 300 mil.

- Segundo a denúncia, os parlamentares teriam condicionado a aprovação de um projeto de lei ligado a uma Central de Geração Hidrelétrica ao pagamento da vantagem indevida.

- A Justiça determinou pena de sete anos de prisão em regime semiaberto e perda dos cargos públicos; a decisão ainda cabe recurso.

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