Confinado no BBB26, Justiça bate martelo em processo de Brigido
A coluna descobriu que o participante do reality show da Globo ganhou uma ação movida alguns meses antes de ingressar no programa

A coluna Fábia Oliveira descobriu que, apenas dois dias depois de ser confinado no BBB 26, Brigido Neto emplacou uma vitória na Justiça. O participante do reality show da Globo ganhou uma ação movida alguns meses antes de ingressar no programa.
ENTENDA O CASO DE BRIGIDO
O brother decidiu processar a Azul Linhas Aéreas após viver um sufoco com uma rota saindo do Rio de Janeiro, com conexão em Belo Horizonte e chegada em Manaus. Nos documentos ao qual a coluna teve acesso com exclusividade, Brigido afirmou que, ao chegar em BH, teve seu voo seguinte alterado por conta da ausência de tempo hábil para embarque.
O mesmo foi remarcado com a adição de uma outra conexão em Belém do Pará, levando-o a seu destino final após mais de 5 horas de atraso.
SENTENÇA
Em decisão de 14 de janeiro, o juiz do caso observou que Brigido Neto comprovou que adquiriu os bilhetes, que o voo contratado foi alterado unilateralmente pela companhia aérea e sem aviso prévio. Ele provou, ainda, a reacomodação e as consequências da nova escala.
Em contrapartida, a Azul não apresentou provas de que o ocorrido aconteceu por motivos de força maior, caso acidental ou de que não houve falha na prestação dos serviços. A companhia limitou-se a dizer que o cancelamento decorreu de questões operacionais.
O magistrado reconheceu a violação dos direitos de Brigido e, dando ganho de causa, fixou uma indenização de R$ 6 mil em seu favor por danos morais. A quantia, no entanto, não chega perto do prêmio que o brother pode levar caso ganhe o BBB 26.
CONFIRA UM RESUMO DA NOTÍCIA:
Vitória na Justiça: O participante do BBB 26, Brigido Neto, venceu uma ação judicial apenas dois dias após ser confinado no reality, referente a um processo movido antes de entrar no programa.
Motivo do processo: Brigido acionou a Azul Linhas Aéreas após ter um voo alterado sem aviso prévio, o que resultou em nova conexão e mais de cinco horas de atraso na chegada a Manaus.
Decisão judicial: A Justiça reconheceu falha na prestação do serviço por parte da companhia aérea e determinou o pagamento de R$ 6 mil por danos morais ao participante.
Com informações de: Metrópoles.




















