Suspeito de matar homem em academia responde por homicídio duplamente qualificado
Investigação foi concluída em dez dias; Polícia Civil ainda busca imagens originais e novos depoimentos solicitados pelo Ministério Público
Publicado: 14/01/2026, 18:17

A Polícia Civil do Paraná concluiu o inquérito sobre a morte de David Schmidt Prado, assassinado dentro de uma academia na zona oeste de Londrina no dia 5 de janeiro. A investigação resultou no indiciamento do suspeito por homicídio duplamente qualificado. O homem permanece em prisão preventiva.
De acordo com a polícia, as qualificadoras atribuídas ao crime foram o emprego de meio cruel e o uso de recurso que dificultou a defesa da vítima. O inquérito foi finalizado dentro do prazo legal de dez dias.
Para embasar o indiciamento, a investigação reuniu provas como a prisão em flagrante do autor, depoimentos de testemunhas oculares, a apreensão da arma utilizada e registros audiovisuais do local. O laudo de necropsia confirmou que David morreu em decorrência de uma hemorragia aguda causada por ferimentos de instrumento cortante.
DILIGÊNCIAS COMPLEMENTARES
Embora o inquérito principal tenha sido remetido à Justiça, a Polícia Civil informou que segue realizando diligências complementares a pedido do Ministério Público.
Entre as ações pendentes estão a coleta das imagens originais das câmeras de segurança da academia e do entorno, a oitiva de novas testemunhas e a anexação de documentos de órgãos de socorro, como registros do Siate e do Samu.
LEIA UM RESUMO DA NOTÍCIA:
- A Polícia Civil do Paraná concluiu o inquérito sobre a morte de David Schmidt Prado, assassinado dentro de uma academia na zona oeste de Londrina, e indiciou o suspeito por homicídio duplamente qualificado, que segue preso preventivamente.
- Segundo a investigação, o crime teve como qualificadoras o meio cruel e o recurso que dificultou a defesa da vítima; o laudo de necropsia apontou que a morte ocorreu por hemorragia aguda causada por ferimentos de instrumento cortante.
- O indiciamento foi baseado em provas como prisão em flagrante, depoimentos, apreensão da arma e registros audiovisuais, e a Polícia Civil segue com diligências complementares a pedido do Ministério Público.
Com informações de TNOnline, parceira do Portal aRede.




















