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Mesada ajuda na educação financeira de crianças

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A Educação Financeira para as crianças deve começar desde cedo. Assim, além da escola, os pais possuem um papel fundamental nesse processo. São várias as formas de inserir o assunto, e uma delas é a mesada. Para os pais que ainda não disponibilizam esta ferramenta, está na hora de repensar e começar a planejar para falar com os filhos sobre o tema.

E uma maneira eficiente de inserir-se nesse assunto é a partir da leitura do livro “Mesada não é só dinheiro – Conheça os 8 tipos e construa um novo futuro” (Editora DSOP), de Reinaldo Domingos. A obra revoluciona a forma com que é inserido o dinheiro na vida das crianças, quebrando tabus e mostrando que é possível inserir o assunto na vida das crianças, associado a questões como sustentabilidade, meio ambiente, consumo consciente e outros temas tão relevantes atualmente.

Há muitas dúvidas que os pais/responsáveis têm sobre o assunto, que são tratadas na obra de maneira simples e eficiente. Algumas delas são: Será que a mesada é um instrumento adequado para a educação financeira de crianças e adolescentes? Qual é a idade recomendável para iniciar a mesada? Qual é o valor ideal a ser estabelecido? Estamos falando em dar um “salário” à criança ou estaremos premiando-a por bom comportamento? É certo fazer do dinheiro uma moeda de troca por boas notas escolares?.

Sobre a idade e o valor, especificamente, o autor explica que a mesada deve ser pensada por volta dos sete ou oito anos, quando os jovens já estiverem acostumados com o contato com o dinheiro. Contudo, cuidados devem ser tomados para que esse artifício realmente atinja a sua finalidade e um deles é definir o valor. Durante um mês, sem que a criança perceba, anote todo o dinheiro que dá para o seu filho, inclua lanche escolar, passeios, compra de jogos, enfim, todos os gastos da criança.

Com esse número em mãos, chega a hora de chamar a criança para uma conversa franca. Diga a ela que, por já estar crescendo, chegou o momento de ela mesmo controlar seu próprio dinheiro e que começará a dar uma mesada. Dê apenas 50% do valor total dado a ela no mês e informe que a criança terá que se organizar com esse valor. Ela, com toda a certeza, ficará feliz, pois achará o montante bastante alto. Mas reforce que esse dinheiro terá que dar para os próximos trinta dias.

Para Domingos, não é interessante associar esse dinheiro ao desempenho escolar, pois o estudo deve ser incentivado pela importância que ele terá para a vida. Uma criança que só estuda para garantir a mesada no fim do mês poderá ter um rendimento muito baixo e, se, por algum motivo, a família deixar de ter condições de oferecer, isso afetará o desenvolvimento intelectual.

As informações transmitidas no “Mesada não é só dinheiro” passam não só pelo aspecto financeiro, mas também pelo viés do empreendedorismo social, ecológico, solidário, dentre outras formas de relacionar o dinheiro com a realidade de forma proveitosa para todos. Então, o autor estabelece 8 tipos de mesadas que podem ser aplicados. São eles: Voluntária, Financeira, de Terceiros, Econômica, Empreendedora, Ecológica, de Troca e Social, todas explicadas em detalhes na obra.

Informações da assessoria.

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