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Polícia prende homem por perseguir ex-esposa em Ipiranga

O suspeito ignorava ordens judiciais de afastamento, realizando rondas ostensivas na residência da vítima em horários de repouso noturno e madrugada

Prisão foi efetuada pela Polícia Civil
Prisão foi efetuada pela Polícia Civil -

Publicado Por João Iansen

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) efetuou a prisão preventiva de homem de 53 anos nesta sexta-feira (30). O investigado é acusado de manter uma rotina de stalking (perseguição) e descumprir reiteradamente medidas protetivas de urgência em desfavor de sua ex-esposa e do atual companheiro dela.

De acordo com as investigações, o suspeito ignorava ordens judiciais de afastamento, realizando rondas ostensivas na residência da vítima em horários de repouso noturno e madrugada. O inquérito aponta um comportamento de "onipresença", onde o homem monitorava os passos da ex-mulher.

A prisão preventiva foi fundamentada na reiteração delitiva e na ineficácia de advertências anteriores. Diante do risco iminente de agressão física grave ou feminicídio, a justiça entendeu que a liberdade do indivíduo representava um perigo concreto à ordem pública.

O detido agora permanece à disposição da Justiça e responderá pelos crimes de perseguição e descumprimento de medida protetiva.

Com esta ação, a Polícia Civil reforça sua atuação intransigente no combate à violência doméstica, reafirmando o compromisso de garantir a máxima efetividade da Lei Maria da Penha e a segurança das mulheres que possuem medidas protetivas garantidas pela Justiça.

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RESUMO

Prisão Preventiva: Um homem de 53 anos foi detido nesta sexta-feira (30) por praticar stalking (perseguição) e descumprir repetidamente medidas protetivas que o obrigavam a manter distância da ex-esposa e do atual companheiro dela.

Comportamento de Monitoramento: As investigações mostraram que o suspeito realizava rondas na casa da vítima durante a madrugada, ignorando ordens judiciais e demonstrando um comportamento de perseguição constante para monitorar seus passos.

Garantia de Segurança: A justiça decretou a prisão para evitar riscos de agressão física grave ou feminicídio, reforçando o compromisso com a Lei Maria da Penha e a proteção de mulheres em situação de violência doméstica.

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Com informações: PCPR.

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