Paraná amplia produção de tangerinas e preço para o consumidor cai
Estado consolida posição de 4º maior produtor nacional com alta de 22,1% no volume colhido; Cerro Azul e Doutor Ulisses lideram o setor

O Paraná reafirmou sua relevância na fruticultura nacional ao registrar um incremento de 22,1% no volume de tangerinas colhidas em 2024, totalizando 115,4 mil toneladas. O estado ocupa a quarta posição no ranking brasileiro, impulsionado pelo desempenho de municípios como Cerro Azul e Doutor Ulisses. Segundo o Boletim Conjuntural do Departamento de Economia Rural (Deral), Cerro Azul permanece como o segundo maior produtor em volume do país, embora tenha ficado em quarto lugar no Valor Bruto de Produção (VBP).
A boa oferta da fruta resultou em preços mais acessíveis para o consumidor paranaense. Após iniciar 2026 com o quilo acima de R$ 10,00, a tangerina recuou para a média de R$ 8,35 em abril. No atacado, especificamente na Ceasa de Curitiba, a caixa de 20 kg da variedade Ponkan (tamanhos médio e grande) foi negociada entre R$ 35,00 e R$ 40,00 no início de maio, mantendo estabilidade em relação aos preços do ano anterior.
Mundialmente, o Brasil ocupa o 7º lugar na produção da fruta, com o estado de São Paulo liderando a oferta nacional. No Paraná, a área de cultivo se manteve estável em 7,1 mil hectares, mas a eficiência produtiva garantiu o crescimento do volume e uma alta de 7,8% no VBP real do setor.
LEIA ABAIXO UM RESUMO DA NOTÍCIA
- Safra: Volume colhido de tangerinas cresceu 22,1% no Paraná, atingindo 115,4 mil toneladas.
- Varejo: Preço do quilo da fruta caiu de R$ 10,33 em janeiro para R$ 8,35 em abril.
- Destaque: Cerro Azul e Doutor Ulisses mantêm o estado como potência na citricultura nacional.





















